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O fenômeno, conhecido como Lua Vermelha ou Lua de Sangue, pôde ser visto na madrugada desta quarta-feira (8) em parte da América do Norte, na Austrália, no leste da Ásia e até mesmo no Norte da América do Sul.

Múmia conhecida como 'A Donzela" (Foto: Reprodução)Múmia conhecida como 'A Donzela" foi examinada por cientistas americanos 
 
Uma múmia inca de 500 anos de idade encontrada congelada na beira de um vulcão na Argentina estava com infecção no pulmão quando foi sacrificada, afirmaram cientistas em um estudo publicado nesta semana pela revista “PLoS ONE”.
O corpo é de uma menina de 15 anos e estava em 1999, na região do vulcão Llullaillaco, na Argentina.  Ele foi descoberto com outra múmia, que não apresentou indícios de doenças.
A múmia ficou conhecida como “A Donzela” e a análise só foi possível devido ao bom estado de conservação do corpo, que estava tão bem preservado que arqueólogos conseguiram encontrar até piolhos nos cabelos.
 
Múmia passou por 'bateria de exames'
De acordo com os pesquisadores, o perfil proteico da múmia era semelhante ao de pacientes com infecção respiratória crônica e a análise do DNA apresentou bactérias do gênero Mycobacterium, responsável por causar a tuberculose, por exemplo.
Além disso, exames de raios X feitos no corpo da menina inca mostraram sinais de infecção pulmonar no momento da morte. A descoberta, feita com uma nova técnica de esfregar cotonetes nos lábios da múmia e comparando-os com amostras de pacientes atuais e do genoma humano, vai ajudar no estudo sobre defesa contra novas doenças.
De acordo com Angelique Corthals, da Universidade da Cidade de Nova York, que é uma das autoras do estudo, a técnica pode auxiliar a descobrir informações sobre como a gripe de 1918 foi tão devastadora no mundo ou ainda melhorar a compreensão sobre possíveis ameaças à saúde da população no futuro, como o surgimento de agentes infecciosos ou doenças que reaparecerem (chamadas de re-emergentes).
Pai com bebê (Foto: BBC)
Pai com bebê (Foto: BBC)
Cientistas descobriram que depois que os homens se tornam pais, seus níveis de testosterona caem, indicando que eles são biologicamente programados para cuidar de seus bebês.
A queda na quantidade de hormônio masculino faria com que os homens se tornassem mais ligados à família, segundo os pesquisadores da Universidade Northwestern, nas Filipinas.
O estudo publicado na revista científica The Proceedings of the National Academy of Sciences acompanhou 624 homens antes e depois de eles se tornarem pais e descobriu que logo após o nascimento do bebê, seus níveis de testosterona caíam substancialmente.
Apesar de os níveis de testosterona - hormônio normalmente associado ao desejo sexual masculino - baixarem naturalmente com a idade, a queda nos homens que se tornaram pais foi mais do que o dobro daquela verificada nos homens sem filhos.
Cooperação
Pais de bebês recém-nascidos, com menos de um mês de idade, apresentaram níveis especialmente baixos do hormônio.
Quedas maiores também foram verificadas naqueles que passavam mais de três horas por dia brincando, alimentando, dando banho, vestindo ou lendo para seus filhos.
'Criar crianças é um trabalho tão grande que, por necessidade, requer cooperação e nosso estudo mostra que os pais são biologicamente programados para oferecer ajuda com esta função', disse o líder da pesquisa, Christopher Kusawa.
'A paternidade e as exigências de se ter um recém-nascido em casa tornam necessários muitos ajustes emocionais, psicológicos e físicos. Nossa pesquisa indica que a biologia de um homem pode mudar substancialmente para atender estas demandas.'
Evolução
Os pesquisadores também acreditam que os níveis mais baixos de testosterona podem proteger contra certas doenças crônicas, o que poderia explicar, em parte, por que homens casados e com filhos são, em geral, mais saudáveis que homens solteiros da mesma idade.
O professor Allan Pacey, da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, disse que a descoberta é fascinante.
'Os níveis de testosterona em homens geralmente não variam muito. Eles podem diminuir vagarosamente como parte do processo de envelhecimento ou em resposta a alguma doença ou tratamento médico, mas observar mudanças drásticas em resposta à vida familiar é muito interessante', disse ele.
'As observações podem fazer algum sentido evolutivo, se aceitarmos a ideia de que homens com níveis mais baixos de testosterona têm maior probabilidade de manter um relacionamento monogâmico com sua parceira e de cuidar de seus filhos. No entanto, seria importante checar de forma irrefutável que há uma ligação entre níveis de testosterona e comportamento.'
Pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido anunciaram uma novidade que, no futuro, poderá mudar os tratamentos de combate ao câncer.
Uma vacina e pronto. Desejo de pacientes, médicos, cientistas, de todos aqueles que, de alguma forma, enfrentam o câncer. Um caminho para a realização desse sonho apareceu na pesquisa feita por americanos e britânicos.
Eles analisaram o DNA de uma próstata humana saudável e isolaram uma coleção, uma biblioteca de genes. Esses genes foram usados em uma vacina, aplicada em camundongos com câncer na próstata. E o organismo dos animais começou a produzir proteínas chamadas de antígenos, que combateram o câncer. Ou seja, a vacina induziu o corpo a atacar o tumor.
Em outras pesquisas, cientistas já tinham usado métodos parecidos, mas com apenas um gene. O resultado foi limitado porque muitos tumores precisam de diferentes proteínas para serem combatidos. Mesmo assim, os pesquisadores temiam que uma quantidade maior de genes pudesse provocar um descontrole do sistema imunológico – o que não aconteceu.
No estudo, eles trataram de um tumor de próstata em camundongos. Mas os pesquisadores dizem que a técnica pode ser usada para combater outros tipos de câncer. Exemplos: câncer de pele, de mama.
A vacina não precisou ser injetada diretamente no tumor, processo mais complicado. Foi aplicada na corrente sanguínea mesmo, como qualquer outra vacina.
No entanto, os cientistas dizem que ainda será preciso muita pesquisa e testes em humanos até que a vacina possa ser usada em pacientes com câncer.
Confira o video:
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