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Morreu neste sábado, 4, no Rio, o cineasta e ator Hugo Carvana, aos 77 anos. Ele estava internado desde domingo, 28, e teve complicações em decorrência de um câncer no pulmão, segundo o Hospital Pró-Cardíaco. Ele também tinha mal de Parkinson. O horário e local do enterro ainda não foram divulgados por sua família.
O ator Antonio Pedro, amigo de Hugo Carvana, disse que ele teve um câncer num dos pulmões há 17 anos, e, recentemente, a doença voltou. "Na casa dele, antes de ele ser internado, a gente via futebol juntos. Ele teve câncer há 17 anos e, quando veio a notícia do câncer no pulmão que sobrou, a gente sabia que era grave. Mas tinha esperança. Pra mim, é uma falta imensa. Ele tinha um roteiro ótimo, ótimas ideias. A gente se conheceu nos anos 1950 e ficou amigo nos anos 1960, no período das passeatas. Hugo é uma parte da minha vida. Estávamos sempre nos divertindo, fazendo bobagens. Trabalhar com ele era muito bom. Era um grande cineasta e isso vai se verificar agora", afirmou, no Hospital Pró-Cardíaco, onde Carvana morreu nesta manhã.
Os filmes mais importantes que Carvana dirigiu foram Vai trabalhar, vagabundo (1974) e Bar Esperança, o último que fecha (1982). Nos anos 2000, foi diretor de Casa da Mãe Joana (2007) e Não se preocupe, nada vai dar certo (2009). Dentre as novelas em que atuou, estão Roda de fogo (1986), O dono do mundo (1991), De corpo e alma (1992) e Celebridade (2003).
Hugo Carvana está entre os homenageados do Festival Internacional de Cinema do Rio, na mostra Homenagem ao Malandro. Neste domingo, 5, o festival exibirá o filme Vai trabalhar, vagabundo, com Carvana, Odete Lara e Paulo César Pereio. É a história de um malandro que sai da prisão e, sem dinheiro, planeja uma revanche entre os dois maiores jogadores de sinuca da época.
"Nem sabia que Carvana estava internado, ele não estava saindo muito de casa. Ele sempre teve problema de coração, era fraquinho. Éramos muito amigos, desde o Cinema Novo. Ele fazia muita televisão e eu, não. Fiz vários filmes com ele e admirava muito seu trabalho. Era um comediante que criou um personagem, como Cantinflas, Charlie Chaplin: seu malandro é um ícone do cinema brasileiro".

Por: Agencia Estado

Morreu na manhã desta quarta-feira (17), de traumatismo cranioencefálico, o menino Eliab de Souza Rios, de 8 anos, que foi atropelado no dia 15 de outubro, em Américo Brasiliense.
 O garoto saía de uma sorveteria quando foi atropelado por um carro Celta  na avenida Joaquim Afonso da Costa, no Centro da cidade.

No acidente, Eliab ficou gravemente ferido  e foi socorrido pelo Samu e encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Gota de Leite, em Araraquara. Na manhã de hoje, o garoto não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.

O condutor do Celta fugiu do local, com medo de ser linchado por populares. Em seguida ele mesmo ligou para a Policia Militar e se apresentou na delegacia esclarecendo os fatos. Ele alega que foi surpreendido pelo garoto que atravessou a via sem os devidos cuidados e não conseguiu frear a tempo.
A cantora Donna Summer morreu nesta madrugada, aos 63 anos, após batalha contra o câncer. A notícia foi dada pelo site TMZ por volta das 12h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (17), e, por volta das 13h30, a morte foi confirmada por familiares à agência Associated Press. De acordo com o TMZ, ela tinha câncer de pulmão. Fontes confirmaram ao site que a cantora acreditava ter ficado doente após os atentados de 11 de setembro, ao inalar partículas tóxicas.
Summer ganhou cinco prêmios Grammy e fez sucesso, principalmente nos anos 70, com músicas como "Last Dance," "Hot Stuff", "She Works Hard for the Money" e "Bad Girls". Ela já vendeu aproximadamente 130 milhões de discos em todo o mundo.
LaDonna Adrian Gaines, nome real da cantora, nasceu em Massachusetts em 1948 e começou sua carreira como vocalista de apoio do trio Three Dog Night. A estreia solo em disco foi lançada em 1974, "Lady of the Night". Seu primeiro grande hit foi "Love to Love You Baby", que chegou ao segundo lugar na parada da revista americana "Billboard", em 1976.
Com o sucesso, passou a lançar um LP por ano até 1984. Summer lançou 17 álbuns de estúdio. Entre os trabalhos mais importantes de Summer estão "Bad Girls" e "On the Radio, Volume I & II".
Ela já liderou a principal parada nos EUA com canções como "Hot Stuff" e "MacArthur Park". O disco mais recente é "Crayons", de 2008. Ela veio ao Brasil em 2009 para divulgar o CD.
A cantora deixa seu marido Bruce Sudano, dois filhos e quatro netos. A familia d divulgou um comunicado, afirmando que estão "em paz celebrando sua vida extraordinária e seu legado". Ela morava em Nashville, no estado americano do Tennessee.

O corpo do humorista Chico Anysio foi cremado na tarde deste domingo (25) no Rio. A cerimônia reuniu familiares e amigos do humorista no Crematório da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, Zona Portuária da cidade. Chico Anysio morreu na última sexta-feira (23) em consequência de uma parada cardiorrespiratória.
Segundo advogado Paulo César Pimpa, Chico deixou um testamento pedindo que metade de suas cinzas fossem levadas para Maranguape, a cidade onde nasceu no Ceará, e outra metade para o Projac. A data em que as cinzas serão levadas para os dois lugares ainda não foi divulgada.
Muito emocionado, o filho do humorista, Bruno Mazzeo, agradeceu as manifestações de carinho. "Quero fazer um agradecimento ao povo pelas demonstrações de carinho. Ver o povo ontem, na porta do teatro foi o que deixou meu pai mais feliz. Uma pessoa que dedica 65 anos a alegrar um povo, principalmente um povo como esse, é uma pessoa abençoada, que cumpriu lindamente a sua missão", disse Bruno Mazzeo, visivelmente emocionado e com a voz embargada.
A ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, que foi casada com Chico Anysio, chegou ao local acompanhada dos dois filhos.
Malga Di Paula (Foto: Janaína Carvalho/G1) "Meus filhos ainda são pequenos. São os únicos filhos do Chico que ainda precisariam muito do pai. Infelizmente a gente não tem domínio sobre essas coisas. O pai deixou para eles um bom legado de trabalho e de caráter. Seja o que for que eles façam na vida, espero que eles sigam o exemplo do pai", disse Zélia.

A última mulher de Chico, Malga Di Paula, os filhos de Chico, Nizo Neto e André Lucas, o irmão, Elano Paula, a sobrinha do humorista, Cininha de Paula, e alguns amigos, como o cantor e vereador paulistano Agnaldo Timóteo (PR), os atores Daniela Escobar, Heloísa Perissé, Nelson Freitas e Eri Johnson, entre outros, também compareceram.
"Chico era um mestre da reciclagem. Foram 47 anos de amizade, o que tenho que agradecer a ele", disse Agnaldo Timóteo.
"Foi tudo muito bonito, a Malga também falou. As palavras da Malga foram lindas. É um amor incondicional que ele teve agora nesse final de vida. Que ele descanse em paz", disse o ator Nelson Freitas na saída da cerimônia.
Também ao fim da cerimônia, Malga Di Paula falou sobre a perda do marido. "Surpreendentemente estou mais forte, do que imaginava. Foi uma cerimônia linda, de várias crenças, mas quem conduziu foi um frei franciscano, pois o Chico sempre dizia que era um franciscano."

A cremação
Segundo a administração do crematório, o processo da cremação dura em torno de uma hora. O primeiro passo é a família fazer o reconhecimento no setor de operação do crematório. Após a identificação, os papéis são assinados e os familiares conduzidos a uma sala de despedida. Nessa sala, de aproximadamente 50 metros quadrados, a família pode fazer orações, preces e prestar as homenagens finais, por cerca de meia hora. A decisão se o caixão fica ou não aberto nesse momento é dos familiares. Em seguida, o corpo é levado para o crematório e ninguém pode acompanhar.

Velório
Mais de cinco mil pessoas compareceram ao velório do comediante, no sábado (24), no Theatro Municipal, no Centro do.
"Chico Anysio não morreu, está no coração de todos os brasileiros. É feito Pelé. Por isso que vocês viram o povo vindo ao velório, mesmo debaixo de chuva. Teve até gente de muleta passando por aqui. Nada foi mais importante do que esse comparecimento do público", disse André Lucas, filho do comediante.
Quem também conversou com os jornalistas na saída do Theatro Municipal foi o ator Lúcio Mauro. Emocionado, relembrou os anos de trabalho ao lado do humorista, a que considerava "um irmão".

"Chico é amor, é saudade. Convivi com ele por 70 anos. Construímos uma amizade permanente. Considerava Chico Anysio um membro da minha família. Hoje peço perdão, pois deveria tê-lo amado mais, demonstrado mais este amor", destacou Lúcio.


Fãs
Fãs chegaram cedo para acompanhar o velório. A concentração aumentou a partir das 12h, horário inicialmente divulgado para a abertura dos portões, e centenas de pessoas se acumularam na calçada, em meio a fotógrafos e jornalistas. Às13h30, o público finalmente pôde entrar. Por volta das 16h30, uma forte chuva tomou o local, o que fez o público se dispersar.

Familiares e amigos
Pela manhã, os atores Bruno Mazzeo e Nizo Neto, filhos do humorista, foram os primeiros a chegar ao local. Também prestaram as últimas homenagens o irmão do humorista, o diretor Zelito Viana; os sobrinhos, o ator Marcos Palmeira e a diretora Cininha de Paula, sua filha, a atriz Maria Maya; as atrizes Marília Pêra, Glória Pires, Natália Thimberg, Arlete Salles, Ana Furtado e Juliana Didone; os atores Emilio Orciollo Neto, Tim Rescala, Marcos Veras, Marcius Melhem, Leandro Hassum, Marcelo Madureira, Hélio de La Peña, Tom Cavalcanti, o cantor Elymar Santos e os diretores Daniel Filho e Boninho, e o governador Sérgio Cabral, entre outros.
Ao longo de seus 65 anos de carreira, o cearense Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro.
Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade. Ele deixa oito filhos e completaria 81 anos no dia 12 de abril.

TwitterPoucos minutos após a divulgação da morte de Chico Anysio, o nome do humorista ficou em primeiro lugar no Trending Topics mundial - assuntos mais comentados -  do Twitter. Muitos famosos lamentaram a morte do comediante na rede social.
Morreu às 14h52 desta sexta-feira (23), aos 80 anos, o humorista Chico Anysio. Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, havia três meses. Ao longo de seus 65 anos de carreira, o cearense Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro (abaixo, nesta reportagem, relembre sua trajetória). Ele deixa oito filhos e completaria 81 anos no dia 12 de abril.
Anysio apresentou uma piora nas funções respiratórias e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde 22 de dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.
O ator também foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.

No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.

Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.
Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.
O bordão mais famoso do Professor Raimundo era repetido por Chico Anysio no fim do programa: 'e o salário, ó' (Foto: CGCom/TV Globo)
O personagem mais famoso de Anysio foi o Professor Raimundo
Rádio e TV
Foi no Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o proprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.
“Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: "'Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009.

Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.
O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.

A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)
A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)

Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990) e "Escolinha do professor Raimundo".

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.

Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.
Chico Anysio (na cadeira de rodas) exibe o prêmio especial do júri junto com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga' (Foto: Alexandre Durão/G1)
Chico exibe prêmio do Festival do Rio com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga', em 2011
Cinema
A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista ao G1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estréia de Chicono cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.
"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.
Literatura e artes plásticas
Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.
“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.
“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.
Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.
Chico Anysio em 2009, depois de conceder entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (Foto: Aline Massuca/AE)
Chico Anysio em 2009, depois de entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Aline Massuca/AE)
Carreira esportiva
Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.
“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.

Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.
Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.
O humorista cercado pelos filhos, Nizo Neto (esquerda) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD Chico Especial, em 2007 (Foto: TV Globo)
Chico sorri com os filhos Nizo Neto (esq.) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD 'Chico Especial', em 2007
Casamentos e filhos
O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.

Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.

Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.”
A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas que ela foi encontrada morta por um integrante de seu staff no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles. A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste sábado em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade.
Segundo o site TMZ, a artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília). Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9), em uma casa noturna de Hollywood ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com as pernas machucadas. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "It's not right but's ok", "Saving all my love for you", "My love is your love" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas". Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio.

Histórico de vícios
Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical "Sparkle", remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes. Seu último filme foi comédia romântica “Um Anjo em minha vida”, de 1996.
Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício contra o álcool e drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.
A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.
Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.
Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela pôs a leilão sua casa avaliada em US$ 6 milhões.

Carreira premiada
Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes - ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.
Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.
Seu álbum de estreia, "Whitney", foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos "Saving all my love for you" e "How will I know". Nos cinemas, seu primeiro papel  foi no filme "O Guarda-costas" (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música "I will always love you", seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.

A cantora Whitney Houston em diversas fases da carreira (Foto: AP)
A cantora Whitney Houston em diversas fases da carreira

Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Marey Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora. A primeira vez que seus problemas se tornaram públicas foi em 1991, quando ela foi vaiada ao cantar o hino nacional durante o Super Bowl, a grande final do futebol americano.
O jornal "The New York Times" descreveu Whitney Houston como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". Segundo a publicação, "ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas".

Cerimônia do Grammy terá homenagem a Whitney Houston

1987
A Academia da Gravação dos Estados Unidos, entidade responsável pelo Grammy, anunciou neste domingo (12) que fará uma homenagem especial a Whitney Houston na 54ª edição do prêmio.
A cantora Jennifer Hudson foi convocada para prestar a homenagem na cerimônia, que será realizada em Los Angeles (EUA), neste domingo (12).

Whitney Houston, que ganhou seis Grammys durante sua carreira, morreu neste sábado (11) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas se sabe que ela foi encontrada morta por um integrante da sua equipe em uma banheira de uma suíte no 4º andar do Beverly Hilton, hotel de Los Angeles.

“Uma luz foi esmaecida da nossa comunidade musical hoje, e nós estendemos nossas mais profundas condolências à família, amigos, fãs de Whitney e todos os que foram tocados por sua bela voz", disse Neil Portnow, presidente da Academia.
“Não vai ser uma homenagem completa porque é muito cedo. Mas será algo em respeito à memória de Whitney", disse Ken Ehrlich, produtor-executivo do Grammy, em entrevista ao canal CNN. “Tem algumas mudanças que queremos fazer na programação para deixar a cerimônia um pouco mais apropriada”, completou.
A artista estava hospedada no hotel para se apresentar em uma premiação de sábado (11) em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade. A morte da cantora aconteceu no dia anterior à premiação do Grammy de 2012. Logo após o anúncio, artistas homenagearam a cantora nas redes sociais.
Whitney chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília), sendo retirada do hotel às 6h de Brasília deste domingo (12). O tenente da polícia Mark Rosen disse em pronunciamento que "não havia sinais evidentes de intenção criminal" no local da morte. O hotel continua funcionando normalmente, apesar do ocorrido.

Carreira

Whitney ganhou seu primeiro Grammy em 1985 como melhor performance vocal pop feminina com a música "Saving All My Love For You". Ela recebeu o mesmo prêmio em 1988 por "I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)". Em 1993, Whitney ganhou três Grammys: melhor performance vocal pop feminina e gravação do ano por "I Will Always Love You"; e álbum do ano com a trilha sonora original do filme “O guarda-costas”. O Grammy mais recente recebido por Whitney foi em 2000, como melhor perfomance feminina de R&B por "It's Not Right But It's Okay".Por conta da turnê mundial da trilha de "O guarda-costas", Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio. Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard.
A artista lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical "Sparkle", remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes. Seu último filme foi a comédia “Um Anjo em minha vida”, de 1996. Ela também estava cotada para ser jurada do programa musical "The X factor", de Simon Cowell.
Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício de álcool e de drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.
A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.

Arun Sandhukha, de 53 anos, morreu depois de ter seu pênis devorado por ratos. O detalhe que mais impressiona nesta história é que Arun estava internado em um hospital de Calcutá (Índia) para tratar de uma pneumonia quando foi atacado.
A história aconteceu no dia 11 de dezembro, mas somente agora a família da vítima fez a denúncia. Segundo os parentes, Arun foi encontrado inconsciente, coberto de sangue, e com o pênis dilacerado.
“Não havia nenhuma enfermeira no hospital. Ele estava delirando de dor quando foi encontrado”, disse um parente de Arun. A vítima ainda foi operada e morreu no último dia 23.
O hospital confirmou em nota oficial que existem ratos no prédio.
Esta, por incrível que pareça, não é a única notícia bizarra envolvendo médicos na Índia. Semana passada, um médico foi preso em flagrante por estar bêbado ao atender pacientes. Em outro caso, um médico tirou a máscara de oxigênio de um bebê de três dias para economizar. A criança, obviamente, morreu. No início de 2011, um hospital em Calcutá pegou fogo e os administradores proibiram a entrada dos bombeiros no prédio: 89 pacientes morreram carbonizados.

O corpo do ator e diretor Sérgio Britto, morto na manhã deste sábado (17), no Rio, chegou ao Saguão Getúlio Vargas, Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Centro da cidade, no início da tarde e já está sendo preparado para o velório, que deve começar às 16h.
 
Segundo informações da Alerj, o local permanecerá aberto para as homenagens até às 19h e será reaberto às 7h do domingo. A previsão é de que o corpo seja transportado até o Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul, às 9h, onde será enterrado às 11h.
Sérgio Britto estava internado no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, desde o dia 14 de novembro com problemas cardíacos e faleceu às 6h35 de insuficiência respiratória aguda. A informação foi confirmada pela assessoria da Rede D'Or.
Ator, diretor e empresário brasileiro, Britto dedicou a vida aos palcos desde 1945, quando participou de uma montagem da peça "Romeu e Julieta", no Teatro Universitário. Atuou e dirigiu mais de 130 peças. Trabalhou no grupo Teatro dos Doze, no Teatro de Arena, no Teatro Brasileiro de Comédia e fundou, ao lado de Ítalo Rossi, Gianni Ratto, Fernanda Montenegro e Fernando Torres, o Teatro dos Sete, no final dos anos 60.
Foi também o criador do Grande Teatro Tupi e do Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, acompanhado por Paulo Mamede, Mimina Roveda e José Ribeiro Neto.
Ítalo Rossi tinha mais de 50 anos de carreira. (Foto: Reprodução / TV Globo)
Ítalo Rossi tinha mais de 50 anos de carreira.

Morreu nesta terça-feira (2) o ator Ítalo Rossi, aos 80 anos, informou seu sobrinho, Humberto Rossi. Com mais de 400 montagens e 55 anos de carreira, era considerado um dos atores mais portantes do Brasil.
Segundo Humberto, o ator estava internado há dois dias no Hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, e morreu por volta das 16h, de complicações respiratórias.
De acordo com o sobrinho, o corpo de Ítalo Rossi será velado nesta quarta-feira (3) e sepultado a partir das 16h no Cemitério Municipal São Francisco Xavier (Caju), na zona portuária do Rio.

Vida dedicada à atuação
Ítalo Balbo di Fratti Coppola Rossi nasceu em Botucatu, interior de São Paulo, em 19 de janeiro de 1931, em uma família italiana habituada às óperas e aos concertos.

Estreou no Teatro Brasileiro de Comédias (TBC) e teve uma longa carreira nos palcos, onde atuou até os últimos anos de vida. Foi um dos fundadores do Teatro dos Sete, ao lado de Fernanda Montenegro, Sergio Britto e Fernando Torres. Nos anos 1980, ganhou três prêmios Molière, o mais importante das artes cênicas no Brasil.
Na televisão, Ítalo Rossi iniciou a carreira em 1963, na extinta TV Rio, e participou de dezenas de novelas, séries e especiais na TV Globo, incluindo "Escrava Isaura" (1976) e "Que rei sou eu?" (1989).
Entre seus papéis mais marcantes estão o mordomo Alfred, de "Senhora do destino" (2004), e o advogado Fernando Medeiros, de "Belíssima" (2006). Seu último trabalho na televisão foi o personagem Seu Ladir, do humorístico "Toma lá, dá cá", dono do bordão "É mara, maravilhoso!".
Rossi também brilhou no cinema, tendo participado de cerca de 20 longas-metragens, incluindo "Uma vida para dois" (1953), "O pão que o diabo amassou" (1957), "A derrota" (1967), "Cara a cara" (1967), "Doida Demais" (1989) e o recente "Sexo com amor?" (2008).
No fim de 2010, o ator foi homenageado com o livro "Fotobiografia de Ítalo Rossi", que retrata sua trajetória nos palcos e nas telas.
Morreu, às 8h30 desta quinta-feira, a guarda civil municipal Juliana de Paz Belo, de 27 anos, que se envolveu em um acidente entre uma moto e um carro, no dia 23 de junho. O acidente foi no cruzamento da Avenida Japão com a Augustinho Tucci, na Vila Harmonia. A jovem bateu a cabeça no chão, ficou em coma e, segundo os agentes, depois de uma série de exames neurológicos, duas equipes médicas declararam a morte encefálica, ou cerebral.
A notícia sobre a morte da agente pegou os colegas de surpresa na manhã desta quinta-feira. "Nem acredito que ela morreu, é uma tragédia", diz um guarda municipal. Ainda não há informações sobre o enterro. Juliana estava na função há cinco anos. Desde a sua formação, trabalhou na segurança da Casa Abrigo, residência que visa abrigar mulheres vítimas de violência. Na semana do acidente, ela tinha começado a trabalhar na rua.
A agente era casada e morava no Jardim Tinen, bairro próximo ao Jardim Imperador, na Região Nordeste de Araraquara. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso. O local do acidente, considerado confuso por alguns motoristas por ter placa de ‘Pare’ nos dois sentidos, dias depois da colisão sofreu uma mudança de sinalização e um dos acessos foi fechado pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes.
Juliana se acidentou quando seguia ao trabalho, no feriado de Corpus Christi. A colisão foi às 6h25. A suspeita é que nenhum dos condutores viu a chegada do outro do lado oposto. Em depoimento à polícia, um jovem de 19 anos, que dirigia um Golf, ano 2010, contou que seguia pela Avenida Japão, no sentido Fonte-Vila Harmonia, quando, ao fazer a manobra para entrar na Avenida Henrique Lupo, bateu contra a moto que vinha pela Augustinho Tucci.
A moto, uma Honda CG Titan, de 150 cilindradas, era conduzida pele marido de Juliana, David Prado, de 30 anos. Ele a levava para iniciar o turno de serviço. Com a batida praticamente frontal, ela e ele caíram. Prado teve uma fratura no fêmur. Ele passou por cirurgia e continua internado no Hospital São Paulo. O caso de Juliana foi mais grave. Ela bateu a cabeça, teve várias fraturas e ficou em coma desde o dia do fato.
Amigos e conhecidos de Juliana deixaram recados numa página do Facebook criada para os Servidores Municipais de Araraquara, confira a notícia que foi deixada hoje na parte da manhã:
"
"Aos servidores informo que nossa amiga GCM Juliana da Paz Bello entrou em óbito hj pela manhã... obrigado pelas orações... Nós guadas civis municipais pedimos licensa a vcs pois será realizada homenagem diferenciada a esta GCM... Nao porque somos diferentes, mas ela merece... peço que entendam... obrigado."
O senador e ex-presidente da República Itamar Franco (PPS-MG) morreu aos 81 anos neste sábado (2), em São Paulo.
Itamar estava internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista, desde o dia 21 de maio para tratar de uma leucemia. De acordo com os médicos, o ex-presidente reagiu bem ao tratamento da leucemia, mas desenvolveu uma pneumonia grave. Por conta disso, acabou sendo transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Ele passou o aniversário de 81 anos, completados em 28 de junho, na UTI do hospital.

Na sexta-feira (1º), boletim médico divulgado pelo hospital dizia que o estado de saúde de Itamar era grave e que o senador respirava com ajuda de aparelhos.

Biografia
Itamar Franco foi presidente da República entre 1992 e 1994, depois do impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello. Itamar foi também governador de Minas Gerais, senador durante 16 anos, prefeito de Juiz de Fora por dois mandatos e embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA), em Portugal e na Itália.
Como presidente, implantou o Plano Real – o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso era o ministro da Fazenda –, que estabilizou a moeda e acabou com a inflação, assinou a Lei dos Genéricos e a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), que abriu caminho para a criação de programas de transferência de renda.

A doença
Leucemia é um tipo de câncer que atinge os glóbulos brancos, parte do sistema de defesa do organismo, na medula óssea. A doença impede ou prejudica a formação de glóbulos vermelhos e brancos e de plaquetas, causando anemia e abrindo espaço para infecções e hemorragias.

O primeiro clone animal da América Latina morreu no último dia 17 em Brasília. A vaca Vitória, da raça simental, tinha 10 anos e morreu no Hospital Veterinário da Universidade de Brasília.
A Embrapa, empresa estatal responsável pela criação do animal, só tornou pública a informação da morte agora, após a autópsia que revelou que a causa foi uma pneumonia aguda, agravada pela idade avançada da vaca.
Vitória nasceu a partir de uma pesquisa da Embrapa, em que células do embrião de outra vaca idêntica a ela foram clonadas. Segundo os pesquisadores, o crescimento e desenvolvimento do animal ocorreram dentro dos padrões esperados para um bovino da raça simental.
Hoje, existem quatro descendentes de Vitória – dois filhos e dois netos – todos decorrentes de fecundações de embriões por inseminação artificial, e outros dois clones: Lenda, da raça Holandesa, e Porã, da raça Junqueira, atualmente em extinção no país. Vitória foi incinerada após a autópsia.
Após anunciar no programa "Hoje em Dia" que Amin Khader havia morrido nesta madrugada (28), a Record voltou atrás e confirmou que o promoter, que trabalha como repórter na emissora, está vivo. A notícia chegou a ser repercutida entre vários colegas do repórter na Record, como a apresentadora Ana Hickmann e o humorista Tom Cavalcante. Procurada pelo UOL, a assessoria de Ana Hickmann confirmou a morte de Amin e disse que a apresentadora estava muito triste com a notícia. Tom postou em seu Twitter: "Nosso querido e irreverente Amim partiu.Vai com Deus. A morte e certa e bem verdade, mas inaceitaval nessas horas. Parece brincadeira".
O promoter David Brazil foi o primeiro a divulgar o boato no microblog. Disse que tinha acabado de receber uma péssima notícia, e que "infelizmente, com enorme dor no coração, confirmava que seu amigo de fé, irmão camarada, Amin Khader, havia nos deixado esta madrugada".
De acordo com a assessoria de imprensa da Record, Amin teria sido vítima de um mal súbito e foi encontrado pela empregada em casa, já morto. O enterro seria em Petrópolis, na região serrana do Rio. Amigos, familiares e a imprensa já se encaminham para o local.
Na tarde da última segunda (27), Amin foi trabalhar normalmente na Record Rio, na zona norte carioca, como fazia todos os dias. Ele passou a tarde conversando com a jornalista Mariana Leão e a diretora do “Hoje em Dia”, Vanessa Andrade. Na ocasião, ele ficou sabendo que ganharia um quadro fixo no "Hoje em Dia". Ainda de acordo com a assessoria da emissora, a falsa notícia da morte chocou todos os colegas de trabalho de Amin, entre eles os jornalistas Chris Flores, Mariana Leão e Fábio Ramalho.
Amin produz reportagens para o “Balanço Geral”, programa apresentado por Wagner Montes, e era humorista fixo do “Show do Tom”. Segundo a assessoria, o humorista é um homem saudável, fazia exercícios físicos e participava de maratonas. Seu único vício seria o refrigerante. Amin quase não toma água e mora sozinho na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

AMIN KHADEL FALA NA TV SOBRE SUA "MORTE".

Falsa notícia de morte de Amin Khader gera briga com David Brazil


Turista francês morre após cair de bondinho na Lapa (Foto: Henrique Porto / G1)
Turista caiu de bondinho de Santa Teresa, quando passava sobre os Arcos da Lapa
A polícia vai apurar como é feito o transporte de passageiros nos bondes de Santa Teresa, após o acidente na tarde desta sexta-feira (24), em que um turista francês morreu ao cair do alto dos Arcos da Lapa, no Centro do Rio. A informação é do delegado adjunto da 5ª DP (Mem de Sá), Leonardo Salgado, que investiga o caso.
A vítima é o turista francês Charles Damien Pierson, de 24 anos, que teria se desequibilibrado ao tentar tirar uma foto, caiu e morreu na hora.
"Todas as testemunhas que ouvimos dizem que é comum as pessoas andarem em pé no bondinho. Vamos apurar se isso é permitido de fato", afirmou o delegado Leonardo Salgado. "Se isso não proceder, se for proibido ficar viajar em pé no bonde, onde ele estava, queremos saber por que não há fiscalização", completou.
"Vamos apurar as responsabilidades. E, dependendo do rumo das investigações, o caso pode evoluir para homicídio culposo", afirmou o delegado, que acrescentou: "Existe ainda a questão da tela de proteção, que nos parece estar em mau estado de conservação", destacou sobre o alambrado que acompanha o trajeto do bonde sobre os Arcos da Lapa.

"Limite permitido"
Em nota, a Secretaria estadual de Transportes confirma que o turista francês morreu ao cair do bonde, de uma altura de 15 metros, e que "o bonde deixou a estação Carioca com 40 pessoas embarcadas, limite máximo permitido, e sem passageiros no estribo."
Ainda de acordo com o delegado, três testemunhas já prestaram depoimento, incluindo o condutor do bonde e a jovem alemã que acompanhava o turista francês no passeio. Segundo ela, o francês estava de férias no Rio com um grupo de amigos, e os dois estavam hospedados no mesmo albergue, em Copacabana, na Zona Sul da cidade.
Segundo os policiais, ela estava muito nervosa e chorava bastante durante o depoimento. Na saída da delegacia, a turista não quis falar com a imprensa.
O delegado afirmou ainda que, com a vítima, foram encontrados uma quantia em dinheiro, xerox do passaporte e um mapa da cidade do Rio de Janeiro.
A circulação dos bondes de Santa Teresa está interrompida desde o acidente, ocorrido por volta das 14h25 desta sexta-feira e ainda não há previsão de retorno do serviço, segundo a administração.

Professoras relatam imprudência
Duas professoras que estavam no bonde e testemunharam o acidente contaram que o turista teria sido imprudente ao ficar em um local inadequado para viajar. "Estou muito acostumada a andar de bonde, inclusive em pé. Há um lugar próprio para andar em pé no bonde e não é no estribo, onde o francês estava. Tentamos fazer com que ele saísse de lá, mas ele não quis", afirmou Ângela Marina Mendes, que é moradora de Santa Teresa.
Venine Lúcia Mendes também afirma que tentou alertar o francês sobre o perigo. "Me sinto segura andando em pé no bonde. Tentamos alertá-lo, mas ele não quis escutar, se negou a sair do local proibido onde estava", completou a outra professora.
Angela Marina acrescentou ainda que no momento em que o francês caiu, ele estava virado para o lado de dentro do bonde, tentando tirar uma foto de uma turista alemã que o acompanhava. "Me pareceu que o pé dele ficou preso em algum lugar e ele caiu de costas lá do alto", contou.

Roubado após a queda, dizem testemunhas
Segundo testemunhas, quando o turista já estava no chão, menores de rua teriam roubado a câmera fotográfica e outros pertences da vítima. A polícia, no entanto, não confirma a informação. 

Já o músico Gabriel Ares, de 36 anos, que também estava no bondinho no momento do acidente, contou os momentos de pânico que os passageiros viveram. "A menina que estava com ele gritou algo em inglês e, quando vimos, o corpo dele já estava no chão. Quando perceberam que um passageiro tinha caído, pararam o bondinho. Ficamos lá no alto dos Arcos parados por uns 15 minutos. Tinha muita gente gritando, criança chorando", contou Gabriel.
"Na hora em que passamos pelos Arcos não me senti nem um pouco seguro. Nunca tinha andado de bonde e, sinceramente, não sei se voltarei a andar. Em pé, nem pensar", acrescentou o músico.

O bebê que nasceu após a queda de uma moto da Ponte João Dias sobre a Marginal Pinheiros morreu neste domingo (19) , em São Paulo. A mãe do recém-nascido, que estava na garupa de uma moto, e o motociclista também morreram no acidente. Ela chegou a ser levada para o Hospital das Clínicas.
A moto bateu em uma mureta da Ponte João Dias e os passageiros caíram sobre a pista da Marginal Pinheiros, no sentido da Rodovia Castello Branco, por volta das 19h, de uma altura de cerca de cinco metros. Em seguida, Talita Galvão, de 23 anos, e o motociclista Eduardo Jesus dos Santos, de 26 anos, foram atropelados por um motorista que fugiu sem prestar socorro, segundo a polícia. Eduardo morreu no momento do acidente. Talita esta no nono mês de gestação.
Confira o video:

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Motociclista cai de ponte sobre Marginal Pinheiros e morre em SP

Um motociclista que trafegava pela Ponte João Dias, na noite deste domingo (19), bateu em uma mureta e caiu sobre a pista da Marginal Pinheiros, no sentido da Rodovia Castello Branco, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Em seguida, o motociclista e uma gestante que estava na garupa foram atropelados por um motorista que fugiu sem prestar socorro. Eles morreram, de acordo com a Polícia Militar.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a grávida chegou a ser socorrida após a queda, mas morreu no hospital depois de dar à luz. O recém-nascido também não resistiu. O acidente ocorreu por volta das 19h.
Confira o video:



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Bebê que nasceu após moto cair de ponte morre em SP

Ricardo Rezendo Cordeiro, médico dermatologista de Araraquara, morreu na manhã desta terça-feira (07), após ser atropelado no acostamento da Rodovia Washington Luís.  Segundo informações da Polícia Rodoviária, Cordeiro transitava com sua bicicleta pelo local quando foi colidido por um caminhão da empresa Mundial Artesanatos, modelo Renault, com placa de Capivari-SP. O acidente aconteceu no Km 263, no sentido Interior/Capital, próximo ao Posto Bambina.

No último final de semana, a professora Sílvia de Campos Boldrinho, 40 anos, também morreu após ter o seu veículo colidido no quilômetro 286 por um Fox, que invadiu a contramão da Rodovia. O motorista, que teve o estado de embriaguez confirmado pela polícia, permanece internado em estado grave. 
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O mecânico Rubens Giovani, de 41 anos, morreu, na quinta-feira à noite, ao ser derrubado da moto, modelo Honda CB-300, por um carro próximo à rotatória da Praça Itália, em São Carlos. Caído, ele ainda foi atropelado por outros dois veículos que não conseguiram evitar o acidente.
Giovani seguia com a moto, quando, segundo a Polícia Militar, foi atingido por um carro, um Voyage. Com a batida, caiu e foi parar do outro lado da rua. No chão foi atropelado por um Fiesta e um Corolla. O capacete dele ficou destruído.
Equipes da Unidade de Resgate (UR) do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o socorreram à Santa Casa de São Carlos, mas ele não resistiu.
A aposentada Elisabeth Aparecida Câmara, a Beth, de 62 anos, faleceu na madrugada desta terça-feira (19), às 3h10, no Hospital São Paulo. Beth estava internada desde o último dia 12 de maio, após ter sofrido um Acidente Cerebral Vascular (AVC).
Reconhecida defensora dos animais em Araraquara, a aposentada mantinha em sua chácara mais de 200 animais, entre cães e gatos, recolhidos da rua. Durante o período em que Beth permaneceu internada, amigos e colaboradores se mobilizaram na limpeza e arrecadação de ração para os animais. “Uma pessoa como a Beth, que fez tanto pelos animais, merece nossa homenagem. Todos, agora, rezamos por ela”, afirmou a presidente da Associação Araraquarense de Proteção ao Animal (AAPA), Adriana Mendonça.
Seu corpo será velado a partir das 10h00 no Velório da Funerária Almeida. O sepultamento está marcado para às 16h30 no Cemitério São Bento.


Um estudante da Universidade de São Paulo foi baleado na cabeça e morreu pouco antes das 22h desta quarta-feira. Ele foi atingido ao lado de seu carro, no estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade, que fica na zona oeste da capital paulista.
Segundo a polícia, o aluno, Felipe Ramos de Paiva, teria 24 anos. Cursava Ciências Atuariais, tendo ingressado em 2007, segundo informações do site da FEA.
De acordo com a rádio CBN, o carro do rapaz era blindado. A informação foi concedida pelo pai do estudante, que afirmou ter o filho comprado o veículo há seis meses, com medo de sequestros relâmpagos – crime que estaria ocorrendo com frequência na Cidade Universitária.
Ainda segundo a rádio, Felipe foi abordado pouco depois de sacar dinheiro em um caixa eletrônico. Na ocasião, ele estava na companhia de um amigo, que teve a identidade preservada. O autor do disparo teria fugido sem levar nada.
O caso foi registrado no 91º Distrito Policial, região do Ceasa. Policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) foram acionados para trabalhar no caso.
Repercussão
Pouco depois de ser dada a notícia da morte do estudante, o assunto ganhou o Twitter. A 1h da madrugada desta quinta, a hashtag “FEA-USP” figurava em quarto lugar nos Tranding Topics (TTs) Brasil. Às 2h, em segundo.
“A insegurança reina nas universidades de todo o Brasil. FEA-USP, UFC, Uece, Unifor, e ninguém faz nada. Universidade virou terra sem lei”, postou uma usuária da rede de microblog. “Quantas pessoas mais precisam morrer dentro da USP pra ter segurança de verdade?”, postou outra internauta.
As mensagens de solidariedade também estão no Twitter: “Estou muito triste pelo ocorrido com meu colega de curso, Felipe Ramos de Paiva, em pleno estacionamento da FEA-USP! Força para a família!”, postou um rapaz, que pouco antes incitou os amigos a protestarem por mais segurança no campus: “Os alunos da FEA-USP não podem mais se calar diante disso… Feanos, se não lutarmos por nossos direitos, outros morrerão, infelizmente”.
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