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A Policia Civil vai investigar o abandono de um feto, do sexo masculino, que foi encontrado na tarde desta sexta-feira, em uma área de lazer que fica nos fundos da Escola Municipal Maria Luiza Baptista Danielli, no bairro Popular, em Ibaté.
O feto que tem aproximadamente cinco meses foi encontrado por crianças que brincavam no local. A polícia foi acionada e a equipe do delegado Gilberto Aquino colheu depoimentos de testemunhas para tentar esclarecer mais este crime.
Há duas hipóteses para o caso. A primeira é que a mãe tenha realizado o aborto em casa e jogado o feto no vaso sanitário, já que no local há um vazamento de esgoto e o feto pode ter parado ali. A segunda é que a mulher tenha depositado propositadamente porque ao lado havia alguns curativos.
O feto foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de São Carlos (IML). A Polícia Civil tenta identificar a mãe do bebê.
A Polícia Militar de Matão foi acionada para atender uma ocorrência dentro de uma escola - que não teve seu nome revelado. Segundo informações, uma garota de 14 anos teria agredido outra estudante de 11 anos. Com a chegada dos policias, a agressora não se conteve e continuou muito nervosa.
A jovem de 14 anos afirmava não ter medo de ninguém e que não iria assinar nenhum boletim de ocorrência.
O caso já foi levado ao Conselho Tutelar e as medidas cabíveis serão tomadas.
Mãe e aluna são ouvidas em delegacia no Rio (Foto: Jadson Marques/AE)
Acompanhada da mãe, aluna é ouvida em delegacia após arma ser achada (Foto: Jadson Marques/AE)
Uma menina de 14 anos foi detida, na tarde desta quarta-feira (11), com uma pistola calibre 765 milímetros, com munição. A apreensão ocorreu dentro de uma sala de aula do Colégio estadual Professor Amazor Vieira Borges, em Austin, distrito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As informações foram confirmadas pelo coronel Sérgio Mendes, comandante do 20º BPM (Mesquita).
De acordo com o comandante, uma aluna viu a adolescente com a arma e avisou a diretora da unidade, que chamou à polícia.
"A jovem informou que tinha conseguido a arma com um vizinho. Ela relatou que queria intimidar um aluno da escola de quem ela não gostava e, por isso, pediu a arma emprestada para ele [vizinho]", explicou Mendes.
A assessoria da Secretaria estadual de Educação informou, por meio de nota, que "a polícia, através de uma denúncia anônima, abordou jovens que estavam fora das dependências do colégio. Não houve nada dentro da escola". Posteriormente, a secretaria relatou que a diretora da escola recebeu a denúncia de que uma aluna portava uma arma na mochila dentro das dependências da escola.
"A diretora do colégio atendeu as normas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro e, imediatamente, entrou em contato com o Batalhão Militar mais próximo e seguiu as recomendações da autoridade policial. Uma equipe do batalhão da Polícia Militar compareceu ao colégio, aguardou a saída de todos os alunos do prédio, e abordou a aluna indicada, constando a veracidade da denúncia", informou.
Ainda de acordo com a secretaria, uma equipe multidisciplinar  foi para a unidade escolar e para a delegacia, onde darão assistência à equipe pedagógica do colégio e à aluna. Essa mesma equipe permanecerá na escola na quinta-feira (12) para dar suporte aos servidores, estudantes e familiares, informou a secretaria.
Vizinho foi preso
Segundo o comandante, a menina informou onde o suspeito de 18 anos morava e ele foi preso. "No momento da prisão ele alegou que não sabia qual a finalidade da arma", disse o comandante.

A adolescente e o rapaz foram encaminhados para a 56ª DP (Comendador Soares), onde o caso foi registrado. O delegado Cláudio Nascimento informou que o jovem foi liberado após prestar depoimento. Já a aluna foi levada junto com a mãe para o Ministério Público.

A Polícia do Rio de Janeiro, deixou vazar para a imprensa um vídeo do assassino de Realengo. Wellington Menezes de Oliveira teria gravado o vídeo dois dias antes do massacre.
Clique na imagem para melhor visualização.
A Escola Estadual Antonio Joaquim de Carvalho, localizada na região central da cidade, está em reforma através do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), em virtude de problemas estruturais em seu antigo prédio. Em meio as obras, trabalhadores encontraram ossos humanos.
A perícia criminal foi acionada, mas, segundo as informações da Gerente de Museus de Araraquara/SP, Virgínia Degobbi, a possibilidade mais considerada é a de que se trata de uma ossada do século passado. Conhecida antigamente como Praça da República e Largo da Câmara, a Praça Pedro de Toledo ocupou locais onde instalavam-se antigos cemitérios desativados.
A partir dessa suspeita, a presença de um arqueólogo no local é imprescindível para a continuação dos trabalhos.

Clique nas imagens para melhor visualização:












Confira o vídeo feito pelo site Araraquara.com

 

 Gustavo de 6 anos, ficou ferido no ataque à escola

 

 

 

 

 

 

 

Irmão de assassino diz que Wellington sempre foi uma pessoa reservada

 


Ele diz que o assassino fazia muitas pesquisas sobre tiros e tinha pensamentos que assustavam a família. A mãe biológica de Wellington teria problemas mentais.

Aluna narra ataque à escola no Rio de Janeiro

A jovem diz que o homem entrou dizendo que ia matar todos na sala de aula. Segundo a aluna, o banido colocava as vítimas contra a parede e atirava na cabeça delas.

Vídeo mostra desespero momentos depois de ataque no Rio

A imagens mostram os alunos correndo para fora da escola e gritando. Alguns deles saem da colégio sujas de sangue.

Ataque em Realengo: sargento conta como foi o socorro aos feridos

O sargento Alves conta que estava numa operação, a duas quadras da escola, quando um aluno baleado solicitou ajuda. Logo após ser baleado, o atirador cometeu um suicídio.
07/04/2011 17h35 - Atualizado em 07/04/2011 21h38
Veja lista de vítimas do tiroteiro em escola de Realengo, no Rio
12 crianças morreram em ataque na manhã desta quinta-feira (7).
Atirador se matou após ser alvejado por policial em escola da Zona Oeste.

Do G1 RJ
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A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio informou, na noite desta quinta-feira (7), que o número de crianças mortas no ataque à escola em Realengo, na Zona Oeste do Rio, subiu para 12, sendo 10 meninas e dois meninos. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.


Veja lista das vítimas:






1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos





2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos


3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos


 


4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos





5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)







6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos


7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos


8- Laryssa Silva Martins, 13 anos


9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)


10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos


11- menina não identificada - aguardando identificação de familiares


12 - menino não identificado - aguardando identificação de familiares


Wellington é ex-aluno da escola onde foi o ataque. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver tem capacidade para 6 balas.
Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para perto da escola.
O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola. Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio", disse o policial.
Na carta encontrada com o atirador que abriu fogo dentro da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira fala de questões religiosas e dá indícios de que o ataque foi premeditado, além de pedir perdão pelo crime. Segundo o hospital para onde foram levadas vítimas, 11 crianças morreram e 13 estão feridas, sendo 4 em estado grave.

Leia a íntegra da carta:


“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida.”
"Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi."




O ataque


Wellington, de 23 anos, entrou em uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver tem capacidade para 6 balas.
Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para perto da escola
O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola. Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio", disse o policial .
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