Araraquara Hoje
  • Home
  • Notícias
  • Araraquara
    • Saúde
    • Educação
    • Câmara Municipal
    • Diversão
    • Empregos
  • Região
  • Brasil
  • Mundo
Mostrando postagens com marcador CULTURA. Mostrar todas as postagens
A cultura está de volta à Praça das Bandeiras. Após movimentação de moradores das redondezas para a suspensão das atividades no local e, em contrapartida, manifestações dos frequentadores dos eventos em redes sociais, tudo foi acordado entre as partes envolvidas, com a apoio da Prefeitura, que intermediou o diálogo.

E quem liderou esse ‘decreto de paz’ foi Francisco Colturato, presidente da Associação Amigos da Praça das Bandeiras, que conversou pessoalmente com alguns moradores e, assim, chegaram a um consenso. "Acertamos que o evento terá hora para começar e acabar, no caso, aos domingos, das 18 às 23 horas e só. Também vamos controlar o volume do som e o posicionamento das caixas para que ninguém se sinta incomodado", informa.
Colturato conta ainda que todo evento realizado na Praça deverá ser comunicado à Prefeitura. "Essa foi uma das exigências do Luiz Zacarelli Cunha, coordenador executivo de Planejamento e Gestão, que estava à frente das negociações em nome do poder público."

E o primeiro evento nessa retomada da Praça das Bandeiras como local de cultura será a apresentação do músico Alex Lima hoje, a partir das 18 horas, seguida do tradicional Cultural GameZinho.
Desenvolvido pela Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria da Cultura e Fundart, o "Cinema em Série" é um projeto que consiste em apresentações de vídeos de obras cinematográficas amplamente reconhecidas, com entrada gratuita. As exibições ocorrem toda segunda-feira, as 20h, na Casa da Cultura Luiz Antônio Martinez Corrêa.
Durante todo o mês de agosto, em comemoração aos 194 anos de Araraquara, o projeto homenageará diretores araraquarenses. Na próxima segunda-feira (01), o Cinema em Série Especial apresenta o longa Santo Antônio e A Vaca, que foi dirigido por Wallace Leal Valentim Rodrigues. O filme conta as atribulações de uma família de lavradores pouco dedicada ao trabalho e à terra, e que invoca Santo Antônio todas as vezes em que as coisas não vão bem. A obra foi rodada em Araraquara.
No dia 08, será exibido o longa Biografias Anônimas: Iêiê o construtor de imagens - Rubens Miranda, filmado no antigo Hospital Psiquiátrico de Araraquara. "Biografias Anônimas" é um documentário contado pelas próprias pessoas que freqüentavam ou moravam no hospital.
A série especial continua no dia 15 de agosto, com “O melhor sorriso de Getúlio”, de Fernando Schimidt, que conta a história do cotidiano de um grande amor, por meio de um recorte temporal: o encontro entre Zé e Maria. No dia 29, encerramento da série especial, será exibido o documentário “AFE - A História de um acesso", de  Guilherme Bonini, que retrata a história do difícil e sofrido acesso da Ferroviária para a série A2 do Campeonato Paulista, nas vozes de quem participou dele nas arquibancadas, cabines de imprensa, banco de reservas e dentro das 4 linhas.
Boa Esperança do Sul recebe na quarta-feira, dia 1º de junho, o Circuito SESC de Artes 2011, na Praça da Matriz, a partir das 15h. O evento é uma realização do SESC/SP com o apoio da Prefeitura Municipal e traz apresentações de música, teatro, circo, dança, entre outras linguagens, numa programação gratuita para a população e que deve durar até o começo da noite.
A programação inclui diversas atrações e espetáculos de dança, teatro, música, literatura e performances. O primeiro destaque é o espetáculo "JAM", com os Discípulos do Ritmo, grupo do coreógrafo e dançarino Frank Ejara, que constrói seu foco na improvisação de dança, com elementos do Hip Hop e dança contemporânea. Os Doutores da Alegria apresentam “Poemas Esparadrápicos”, livro de poesias infantis em forma de esparadrapo adesivo, idealizado e organizado pelo jornalista e escritor mineiro José Santos Matos.
Entre as atrações musicais, André Abujamra apresentará o seu filme-show “Mafaro”, que sincroniza canções às imagens de um filme que trata das diferentes manifestações da cultura humana, sempre com muito bom humor.
O Circuito SESC de Artes 2011percorrerá de 1 a 19 de junho 88 cidades do estado de São Paulo.
Maria Gadú é uma das atrações principais da Virada Cultural em Araraquara.

A Virada Cultural Paulista chega a sua quinta edição em Araraquara com mais de 20 atrações culturais, entre eles a cantora Maria Gadú, o sanfoneiro Dominguinhos e a comediante Ângela Dip. O evento começa neste sábado (14), às 18h, e só acaba 24 horas depois, no domingo (15), às 18h30. O evento acontece em sete pontos da cidade: Teatro Municipal, Praça Pedro de Toledo, Biblioteca Municipal, Casa da Cultura, Teatro Wallace, SESC e Igreja Santa Cruz.
O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, abrirá a festa em Araraquara, às 18h deste sábado (14), no Teatro Municipal, com a apresentação da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. É a segunda vez em três anos que um governador escolhe Araraquara como palco para dar início ao maior evento cultural do País. Em 2009, o governador José Serra esteve na cidade para abrir o evento.
A Virada Cultural Paulista é promovida pelo governo do Estado de São Paulo e acontece simultaneamente em 22 cidades paulistas. Este ano serão mais de 1.000 atrações entre shows de artistas nacionais e internacionais, espetáculos de dança, teatro, circo, stand-up comedy e muito mais. O público esperado para a 5ª Virada Cultural Paulista é de 1,6 milhão de pessoas no estado todo.
Confira a programação completa

Teatro Municipal

18h - 18h30
Abertura oficial
18h
IX Território da Arte - Mostra de Artes Visuais
18h30 - 20h
Banda Sinfônica do Estado de São Paulo

20h - 20h30
Regentes de Gente - BubiôFicô Lô

20h30 - 21h30
As Pagus
21h30 - 22h
Revelando Segredos - BubiôFicô Lô

22h30 - 23h30
Zeca Collares

23h30 - 0h
Movimento da Tocha Olímpica - BubiôFicô Lô

0h30 - 2h
Nina Becker

2h - 2h30
Bora Embalar-se - BubiôFicô Lô
2h30 - 3h30
Ângela Dip

10h30 - 11h30
Viagem ao faz de conta - Grupo Paidéia

12h30 - 13h
A La Carte - grupo Notívagos Burlescos
13h - 14h
Arpana

14h - 14h30
Teatro em Pilulas - Grupo Notívagos Burlescos
15h - 16h
Anna Setton

16h - 16h30
A MalAintencionada – Atrupelados
16h30 - 18h
Carlinhos Antunes e Quinteto Mundano
Praça Pedro de Toledo

18h30 - 19h20
DJ Rafael Moraes
19h30 - 20h30
Mariana Aydar

20h30 - 21h
Alquimia com Fogo – Sextasy
21h - 21h50
Flor de Abóbora

22h - 22h30
Fazendo Vento – Sextasy
22h30 - 23h30
Marcelo Jeneci

23h30 - 0h
Vamos misturar – Sextasy
0h - 1h30
Maria Gadú

1h30 - 3h30
DJ Rafael Moraes

14h - 15h
Do Amor

15h - 15h30
Pré-Visões Palhacísticas - BubiôFicô Lô
15h30 - 16h30
Grooveria

16h30 - 17h
Conforme a Música - BubiôFicô Lô
17h - 18h30
Dominguinhos
Biblioteca Municipal
19h
Noite Virada na Biblioteca

Teatro Wallace
20h
Espaço Canja da Virada - Bar Cultural
20h
Show Prata da Casa
22h
Rueda de Casino - Prática de Salsa em Roda
3h - 4h
Canja da Virada com Tokyo Savannah

Casa da Cultura
23h
Se nada mais der certo
1h
Dzi Croquete
3h30
À Prova de Morte

Sesc Araraquara
9h30
Itinerância 29ª Bienal de São Paulo
11h00
Gran Circo Internazionale - E a saga dos Heróis Desconhecidos Grupo Zibaldoni
14h
A Vida quis assim
16h
Stranhos Azuis - Black Sabbath Cover

Praça Santa Cruz
10h
Trio Brasil
Confira cada atração:
Teatro Municipal

Banda Sinfônica do Estado de São Paulo
A Banda Sinfônica do Estado de São Paulo apresenta programação ousada e inovadora, tornando-se alternativa inteligente e criativa ao tradicional circuito da música erudita.
18h00: Abertura Oficial - Banda Sinfônica do Estado de São Paulo

IX Território da Arte - Mostra de Artes Visuais
Exposição de mais de 100 obras de artistas convidados e selecionados de vários Estados brasileiros.
18h00: IX Território da Arte - Mostra de Artes Visuais

Regentes de Gente - BubiôFicô Lô
Tuingo e Otello encarnam os regentes de um coral. Os integrantes oficiais do coral não apareceram. Com isso resolvem fazer uma audição com o próprio público. Separam os "naipes" de vozes e criam uma canção coletiva. Com certeza a maior atração musical da Virada.
20h - 20h30: Regentes de Gente - BubiôFicô Lô

As Pagus
Pagu Senhora está moribunda, quando Pagu Antropofágica pede a ela mais algumas horas de vida para relembrar e repensar seus instantes vividos intensamente, seus amigos, seus amantes, filhos e sua vida jornalística, artística, política e teatral. Permeado de fumaça e livros e regado a gim, "As Pagus" trazem flashes de textos de Patricia Galvão e de sua vida-obra com poesia e contundência. Várias vidas, várias obras, múltiplas mulheres em uma só alma.
20h30 - 21h30: As Pagus

Revelando Segredos - BubiôFicô Lô
Tuingo e Otello pintam na frente da plateia como grandes mágicos e "desvendadores" de segredos. Otello explica à Tuingo como desvendar um segredo e Tuingo se aproveita disso para tirar risos da plateia. Tuingo revela à Otello que tem um número especial a ser feito e vai desvendar o mistério de alguém da plateia. A pessoa é escolhida e o segredo revelado. Quem será o sortudo?
21h30 - 22h: Revelando Segredos - BubiôFicô Lô (em frente ao teatro)

Zeca Collares
Com apurada técnica na viola caipira e outros instrumentos de corda e muita sensibilidade, Zeca Collares mostra em suas composições vocais e instrumentais uma fusão entre a música de raiz brasileira, o barroco e elementos contemporâneos. Com vários prêmios na bagagem e shows no Brasil e na Europa.
22h30 - 23h30: Zeca Collares

Movimento da Tocha Olímpica
Tuingo e Otello se preparam para carregar a Tocha Olímpica, mas não sabem ao certo o que devem fazer com ela. Resolvem então convidar pessoas para criarem movimentos diferentes, que os carregadores de tocha olímpica deveriam fazer para deixar esse gesto ainda mais marcante.
23h30 - 0h: Movimento da Tocha Olímpica - BubiôFicô Lô

Nina Becker
A voz doce de Nina Becker ficou conhecida com a banda carioca Orquestra Imperial. Até que, em 2010, a cantora lançou seus dois discos de estreia, "Azul" e "Vermelho", com composições próprias e canções inéditas de artistas da sua geração. As diferenças entre os dois discos desperta curiosidade e revela o rico universo musical da cantora, que mistura influências e renova a nova MPB.
0h30 - 2h: Nina Becker

Bora Embalar-se - BubiôFicô Lô
Otello, um músico consagrado, decide formar uma dupla com seu ajudante Tuingo, que não conhece nada de música. Eles tentam compor, mas não entram em acordo sobre o tema: mulher ou comida? A história fica ainda mais divertida quando os dois resolvem aprontar um com o outro. Um número repleto de situações inesperadas e rimas inusitadas, onde existe até mulher com batata no olho e barriga destemperada!
2h - 2h30: Bora Embalar-se - BubiôFicô Lô

Angela Dip
Em "La Putanesca, baixarias de alto nível", AngelaDip faz reflexões rasteiras e inacabadas sobre sexo e comida. Num texto descontraído a atriz comenta fatos do cotidiano feminino com humor e elegância. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 14 anos.
2h30 - 3h30: Angela Dip

Viagem ao Faz de Conta - Grupo Pandéia
O musical infantil narra a história de Nina, seu cão Porpeta e sua gata Florisbela em uma aventura intergaláctica rumo ao Mundo do Faz de Conta. Os três amigos enfrentam muita confusão em busca de um fruto que poderá ajudá-los a resolver seus problemas. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: Livre.
10h30 - 11h30: Viagem ao faz de conta - Grupo Pandéia

A La Carte - Grupo Notívagos Burlescos
Dois garçons, mesa e cardápio. O espectador se senta e faz seus pedidos: Entrada, prato principal e sobremesa. Quem sabe um comercial ou o prato do dia? De acordo com as escolhas do espectador uma cena se desenrola e a trupe agradece a preferência.
12h30 - 13h: A La Carte - grupo Notívagos Burlescos

Arpana - Uma oferenda aos Deuses
Arpana, palavra em sânscrito que significa o ato de entrega em devoção ou reverência. Neste trabalho, a bailarina exibe toda a magia e beleza do repertório tradicional do estilo clássico odissi. A performance celebra a harmonia dos ciclos do universo e reverencia aos deuses, trazendo ao público a riqueza presente na cultura indiana.
13h - 14h: Arpana

Teatro em Pílulas - Grupo Notívagos Burlescos
Um músico, um ator e uma atriz, cada um com sua sacola de adereços e uma cadeira. Os assentos se transformam em uma microplateia para a qual microcenas e microcanções são apresentadas.
14h - 14h30: Teatro em Pilulas - Grupo Notívagos Burlescos

Anna Setton
Jovem cantora de 27 anos que desponta na cena paulista com um trabalho de musica brasileira marcado por arranjos cuidadosos e harmonias sofisticadas. No repertório canções de Edu Lobo, Tom Jobim e Dori Caymmi. Para esta apresentação conta com a participação do pianista Evaldo Soares, do contrabaixista Lito Robledo e do baterista Jorge Saavedra.
15h - 16h: Anna Setton

A MalAintencionada – Atrupelados
Através de técnicas de malabarismo, ilusionismo e execução de trilha sonora ao vivo, dois atores se relacionam com objetos que tiram de dentro de uma mala e conduzem o espectador a reflexões sobre nossa relação com as pessoas e objetos do nosso cotidiano.
16h - 16h30: A MalAintencionada – Atrupelados

Carlinhos Antunes e Quinteto Mundano
Carlinhos Antunes e Quinteto Mundano formam uma versão reduzida da Orquestra Mundana. Pela versatilidade dos músicos passeiam, suavemente, ritmos e melodias do Brasil e de várias partes do mundo. Mostrando e divulgando de uma forma diferente a música brasileira.
16h30 - 18h: Carlinhos Antunes e Quinteto Mundano
Praça Pedro de Toledo
DJ Rafael Moraes
A música sempre permeou a vida de Rafael Moraes, seja como protagonista ou espectador, por meio dos clubs, shows, estúdios e rádios onde esteve presente. A familiaridade com os diversos ritmos e gêneros musicais caribenhos e brasileiros, além do soul, do jazz e da música eletrônica, pode ser percebida em suas apresentações como DJ, seus programas de rádio e produções musicais, pautados pelo bom gosto e pela sonoridade refinada.
18h30 - 19h20: DJ Rafael Moraes

Mariana Aydar
A cantora paulista, que estudou violoncelo, violão e canto, começou sua trajetória musical em 2000 quando ingressou a banda de Miltinho Edilberto, um violeiro muito conhecido pelo público do forró pé-de-serra. Sua voz transita do samba e forró até as sonoridades mais contemporâneas, o que torna Mariana um dos principais nomes da nova MPB.
19h30 - 20h30: Mariana Aydar
 
Alquimia com Fogo - Sextasy
Sempre disseram que o fogo é vermelho, mas esses dois artistas são muito teimosos e resolveram pintar as chamas de suas tochas, provando que o fogo pode ter outras cores.
20h30 - 21h: Alquimia com Fogo – Sextasy

Flor de Abóbora
Influenciado por diversos segmentos da música brasileira, a banda de Araraquara dialoga com clássicos da MPB, samba rock, funk, pop e samba, presenteando o público com um repertório diversificado e descontraído. As apresentações do grupo são embaladas por versões criativas das músicas que marcaram o imaginário nacional e valorizam a prática da dança a dois, há muito esquecida pelos mais jovens.
21h - 21h50: Flor de Abóbora

Fazendo Vento – Sextasy
Com seus flags os dois artistas dão origem ao vento. Quando as pessoas sentirem uma brisa em seus rostos, de agora em diante, saberão que eles estão chegando.
22h - 22h30: Fazendo Vento – Sextasy

Marcelo Jeneci
"Feito Pra Acabar", álbum de estreia do compositor e multi-intrumentista Marcelo Jeneci, foi considerado um dos melhores discos de 2010 e figura a lista dos 50 discos que formaram a identidade musical brasileira dos anos 2000. Ao mesmo tempo que lança seu primeiro disco, Jeneci comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Sua trajetória é marcada por parcerias e colaborações com grandes nomes da música nacional.
22h30 - 23h30: Marcelo Jeneci

Vamos Misturar - Sextasy
Com fogo e flag os artistas convidarão o público para ficarem mais perto deles, fazendo com que sintam o calor do fogo e a brisa do vento. Diferentes tipos de sensação ao mesmo tempo.
23h30 - 0h: Vamos misturar – Sextasy

Maria Gadú
Em apenas um ano a cantora viu a música que compôs com dez anos de idade virar hit nacional, lançou seu CD de estreia, recebeu a certificação de Disco de Platina - venda superior a 100 mil cópias -, fez mais de 100 shows por todo o país, venceu o Prêmio Multishow 2010 na categoria Melhor Álbum e ainda foi indicada ao Grammy Latino 2010 em duas categorias. Na Virada, ela apresenta seu último show e canta seus grandes sucessos.
0h - 1h30: Maria Gadu

DJ Rafael Moraes
A música sempre permeou a vida de Rafael Moraes, seja como protagonista ou espectador, por meio dos clubs, shows, estúdios e rádios onde esteve presente. A familiaridade com os diversos ritmos e gêneros musicais caribenhos e brasileiros, além do soul, do jazz e da música eletrônica, pode ser percebida em suas apresentações como DJ, seus programas de rádio e produções musicais, pautados pelo bom gosto e pela sonoridade refinada.
1h30 - 3h30: DJ Rafael Moraes

Do Amor
Banda parcialmente conhecida para muitos, já que Marcelo e Ricardo formam a Banda Cê, que vem acompanhando Caetano há três anos e Gabriel Bubu foi baixista do Los Hermanos. Faz já algum tempo, todos eles vêm tocando na cena alternativa nacional com certa freqüência, acompanhando artistas como Nina Becker, Jonas Sá, Rubinho Jacobina e Lucas Santtana, entre muitos outros.
14h - 15h: Do Amor

Pré-Visões Palhacísticas - BubiôFicô Lô
Batatinha e seu fiel companheiro, sanfoneiro Will, se metem no mundo das previsões. Entre "mágicas", adivinhações e previsões, a dupla mostra que de fato são artistas que se adaptam a qualquer situação.
15h - 15h30: Pré-Visões Palhacísticas - BubiôFicô Lô

Grooveria
A Grooveria é um coletivo musical brasileiro que, desde 2001, se apresenta em shows e jamsessions muito especiais. A banda, formada por músicos com uma longa ficha musical e anos de bons serviços prestados à MPB, apresenta composições próprias, além de resgatar e atualizar clássicos de Chico Buarque, Tim Maia, Bob Dylan, entre outros, misturando os sotaques afro-brasileiro e afro-americano com uma sonoridade própria.
15h30 - 16h30: Grooveria

Conforme a Música - BubiôFicô Lô
Entre brincadeiras e músicas o público é parte integrante dos jogos que envolvem coordenação e ritmo, que variam conforme a música tocada pela dupla. Palhaço e músico divertem o público, ao mesmo tempo em que criam ritmos usando o próprio público como instrumentos.
16h30 - 17h: Conforme a Música - BubiôFicô

Dominguinhos
Luiz Gonzaga deu o tom e Dominguinhos seguiu a melodia da sanfona. Mais do que aprender, o discípulo inovou a arte do mestre. Sem abandonar o baião, deu à sanfona sotaques novos, passeando em outras praias da música brasileira. O trabalho de Dominguinhos, um dos mais importantes artistas brasileiros da atualidade, é prova de que para fazer boa música pouco importa a origem.
17h - 18h30: Dominguinhos
Biblioteca Municipal

Noite Virada na Biblioteca
Acantonamento para crianças com contação de histórias, exibição de vídeos, brincadeiras lúdicas, musical e café da manhã.
19h00: Noite Virada na Biblioteca
Teatro Wallace
Espaço Canja da Virada - Bar Cultural
Lona com bar cultural beneficente, varal de poesias e apresentações musicais. No cardápio, a tradicional canja para repor as energias da maratona cultural.
20h00: Espaço Canja da Virada - Bar Cultural

Show Prata da Casa
Apresentação de diversos grupos musicais araraquarenses.
20h00: Show Prata da Casa

Rueda de Casino - Prática de Salsa em Roda
Show musical e roda de dança de salão com o Grupo Embalanço.
22h00: Rueda de Casino - Prática de Salsa em Roda

Canja da Virada com Tokyo Savannah
Trio de São Paulo formado por Chico Mitre (guitarra e vocal), Joni Hurricane (baixo e vocal) e PHD Ronzoni (bateria). A banda faz um rock ‘n roll dançante e enérgico calcado em influências de bandas de garagem dos anos 60, rockabilly e punk rock, com letras em inglês e canções curtas. O show é considerado um dos mais vigorosos da cena atual e a banda apresenta as músicas de seu primeiro disco, lançado no começo de 2011.
3h00 - 4h00: Canja da Virada com Tokyo Savannah
Casa da Cultura

Se nada mais der certo
Brasil/2009. Direção: José Eduardo Belmonte. Duração: 120 min. Classificação indicativa: 16 anos - Sinopse: Léo (Cauã Reymond) é um jornalista que cobre eventos para jornais de fora de São Paulo, cidade em que vive. Ele está com sérios problemas financeiros, piorados devido ao atraso com que são pagos os trabalhos que realiza. Ângela (Luíza Mariani) divide o apartamento com Léo e tem um filho de 6 anos, que é praticamente criado por sua empregada. Depressiva, ela fica boa parte do dia na cama e à noite sai em busca de diversão. Em uma noite Léo resolve gastar o pouco dinheiro que tem e, por acaso, encontra Ângela. Ela o apresenta a Marcin (Caroline Abras), que se veste como homem mas possui trejeitos de mulher. Logo ficam amigos e decidem beber, tendo ainda a companhia de Wilson (João Miguel), um taxista que acredita precisar de um psiquiatra. Aos poucos surge entre eles um forte laço afetivo, aumentado ainda mais quando decidem aplicar um golpe.
23h00: Se nada mais der certo
Dzi Croquette
Brasil/2009. Direção: Tatiana Issa e Raphael Alvarez. Duração: 110 minutos. Classificação indicativa: 14 anos - Sinopse: Trajetória do grupo que se tornou símbolo da contracultura durante a ditadura abusando da ironia e da inteligência com homens de barba, salto alto e roupas femininas.
1h00: Dzi Croquete

À prova de morte
Estados Unidos/2007. Direção: Quentin Tarantino. Duração: 114 minutos. Classificação indicativa: 16 anos - Sinopse: Ao cair da noite, Jungle Julia (Sydney Tamiia Poitier), a DJ mais sexy de Austin, pode enfim se divertir com as suas duas melhores amigas. As três garotas saem noite adentro, atraindo a atenção de todos os frequentadores masculinos dos bares e boates do Texas. Mas nem toda a atenção é inocente. Acompanhando de perto seus movimentos está Stuntman Mike (Kurt Russell), um rebelde inquieto e temperamental que se esconde atrás do volante do seu carro indestrutível.
3h30: À Prova de Morte
SESC Araraquara

Itinerância 29ª BIENAL DE SÃO PAULO - Obras Selecionadas
Com o tema "Há sempre um copo de mar para um homem navegar", a 29ª Bienal de São Paulo reuniu entre 25 de setembro e 12 de dezembro de 2010, cerca de 850 obras de 159 artistas de diversos países. A mostra com obras selecionadas pelos curadores Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias passará por 12 cidades brasileiras até agosto de 2011 trazendo a público, por meio do desconcerto dos sentidos, a reflexão sobre o modo como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política. Horário de funcionamento: até as 18h. Classificação indicativa: Livre
9h30: Itinerância 29ª Bienal de São Paulo

Gran Circo Internazionale - E a Saga dos Heróis Desconhecidos - Grupo Zibaldoni
Neste grande circo mambembe, o grupo se apresenta com muita música, técnica e números de desafios, trazido por três elementos ímpares: um apresentador de gala, um músico que vale ouro e um ajudante sem miolo. Duração: 50 minutos. Classificação indicativa: Livre
11h00: Gran Circo Internazionale - E a saga dos Heróis Desconhecidos Grupo Zibaldoni

A vida quis assim
Brasil/1967. Direção: Moacir Gadotti. Duração: 85 minutos. Classificação indicativa: Livre Filmado em Araraquara, o filme conta a história de um advogado de bom conceito moral e profissional que perde a mulher, por quem havia abandonado a vocação sacerdotal, em um desastre de automóvel. Vai ao exterior para tentar superar o problema e ao voltar ao Brasil pensa em voltar a um convento, mas outra vez o destino corta a sua vocação.
14h00: A Vida quis assim

Stranhos Azuis - Black Sabbath Cover
A banda Stranhos Azuis apresenta seu projeto de covers dos inventores do heavy metal, o Black Sabbath. No repertório, clássicos como "Paranoid" e "Iron Man".
16h00: Stranhos Azuis - Black Sabbath Cover
Praça Santa Cruz
Trio Brasil
Formado pelo violinista Paulo Paschoal, violinista da Osesp, o jovem e talentoso violocentista Renato Oliveira e a pianista coreana Si a e Lee, o trio apresenta repertório variado, passando por Bach, Vivaldi, Mozart, mantendo-se no estilo Barroco e de música Sacra.
10h00: Trio Brasil.





SIM!
O processo de tombamento do edifício onde funcionava o Cine Belas Artes, tradicional cinema de São Paulo, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Consolação, começará a ser discutido na próxima reunião do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), que acontece na terça-feira (10).

A informação é da assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo, que diz que o tombamento, no entanto, refere-se apenas à estrutura física do edifício. O uso do imóvel fica a critério do proprietário.

O cinema encerrou suas atividades no último dia 17 de março depois de uma longa negociação entre o dono do imóvel e sócio-proprietário do Cine Belas Artes. Em meados de fevereiro, o sócio-proprietário do Cine Belas Artes André Sturm chegou a apresentar mais uma contraproposta para o valor pago como aluguel, mas o dono do imóvel não aceitou.

Pouco antes do fechamento do Belas Artes, o advogado do proprietário do imóvel, Fábio Luchesi Filho, afirmou que seu cliente só fará alguma deliberação a respeito do prédio após a decisão do Conpresp. O advogado, no entanto, disse não acreditar que o imóvel será tombado.
Quando foi inaugurado, em outubro de 1969, mal se podia imaginar que o Gigantão também se tornaria palco de shows históricos de grandes nomes do cenário musical brasileiro, como Legião Urbana, Raul Seixas, Mamonas Assassinas, Rita Lee, Engenheiros do Hawaii, Daniela Mercury, Roupa Nova e Roberto Carlos, entre muitos outros.
Um dos shows mais lembrados até hoje pelos araraquarenses é o da banda Legião Urbana, no dia 30 de agosto de 1990. “Foi o show mais esperado da minha vida. Comprei o convite com antecedência e não via a hora de chegar a data”, relembra o administrador de empresas, Walmir Campos, que foi ao show da turnê “As quatro estações” quando tinha apenas 17 anos. “Fiquei na primeira fila. Só uma corda me separava do palco”, conta.
O momento mais inesquecível do show para Campos foi quando o líder da banda, Renato Russo, foi até a beira do palco e se aproximou dos fãs. “Ele ficou muito próximo a mim e aproveitei para fazer uma foto dele. A imagem não ficou das melhores, sem contar que a cabeça de um segurança infeliz ficou na frente do Renato”, diverte-se.
Campos conta que na época não havia tantos shows em Araraquara, ainda mais de bandas renomadas, como era o caso da Legião Urbana, e os ingressos já eram caros. “Lembro que uma galera, que estava fora do ginásio, estourou o portão do fundo do Gigantão para assistir ao show, que já estava quase no final”, recorda-se. Mesmo com o incidente, não houve tumulto.
Mesmo interditado desde outubro passado, o Gigantão tornou-se um dos cartões postais de Araraquara, ao ser palco de eventos esportivos importantes e grandes shows de nomes importantíssimos da música brasileira, e que entraram para a história da cidade.

Por: Gabriela Marques do SimNews

Araraquara será palco do 1ª Araraquara Country Fest, que traz para a cidade nomes consagrados e revelações do sertanejo universitário do Brasil. A festa acontece neste sábado (12), a partir das 21h, no estacionamento da Heineken Brasil (Antiga Kaiser). 
A dupla João Bosco e Vinícius é um dos destaques do evento.  Os cantores se conhecem desde os 10 anos de idade e, em 1994, formaram a dupla que hoje é sucesso no Brasil todo, com sucessos como “Chora e Me Liga”, “Chuva” e “Curtição”. Os cantores vêm para Araraquara com o álbum “Coração Apaixonou”, com canções como "Sem Esse Coração", sucesso na novela “Araguaia”.
Outro grande nome que se apresenta no evento é a revelação do sertanejo universitário brasileiro, Gusttavo Lima. Com uma infância humilde, o cantor sempre desejou ser um cantor sertanejo para melhorar as condições de vida da família. Em 2010, o jovem cantor de apenas 21 anos estourou com canções como “Inventor de Amores” e “Rosas e Versos”. O seu mais novo sucesso é “Quem tem sorte é solteiro”, do seu primeiro disco, “Inventor de Amores”.
Para completar a festa, shows com as duplas de sucesso da região: Tom e Arnaldo, Carlos Victor e Thiago e Fernandes e Tiago.
A festa, que durará mais de 8 horas, terá um palco principal e um trio elétrico.  Os convites custam R$ 30 pista; R$ 40 área vip; R$ 60 camarote vip e R$ 100 camarote golden. Confira a programação completa do show: 
Programação de Shows:

21h00 - Abertura com DJ Bizo
22h00 - Carlos Victor e Thiago (Trio)
23h30 - Gusttavo Lima (Palco)
01h00 - Fernandes e Tiago (Trio)
02h00 - João Bosco e Vinícius (Palco)
03h45 - Tom e Arnaldo (Trio)
04h30 - DJ Teclas (Argentina) – Camarotes

O SESC Araraquara abre a exposição “Entre Tantos: Geraldo de Barros”, nesta segunda-feira (11), com entrada gratuita. A “exposição–ateliê” traz um recorte da coleção Geraldo de Barros, pertencente ao Acervo SESC de Arte Brasileira, apresentando os processos de pesquisa e construção de imagens fotográficas realizadas pelo precursor deste tipo de arte em nosso país.
A exposição irá até dia 1º de maio. Os horários de visitação são de terça a sexta, das 13h30 às 21h30. Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.
Quem foi Geraldo de Barros?
Geraldo de Barros sempre procurou se aproximar das linguagens contemporâneas. Além de artista plástico, trabalhando nos anos 50 com obras concretistas, foi o pioneiro no Brasil da fotografia abstrata, e também trabalhou como designer de objetos, propondo um novo pensamento artístico para o Brasil. “A tentativa da arte concreta em sua finalidade era a de socializar a arte, obter um objeto a partir de um projeto. Os objetos obtidos de um projeto são originais e únicos. O fato de serem iguais entre si é uma decorrência. Se copia o objeto que é produto de um projeto, não se está produzindo objetos a partir de um projeto. A diferença é qualitativa e não quantitativa. O projeto se mantém íntegro e os objetos obtidos, neste caso, permanecem únicos, apesar de produzidos em enormes quantidades, ou em massa”.
Em sua trajetória, experimentou diversos meios. Foi aluno de Clóvis Graciano, Colette Pujol e Takaoka entre 1945 e 1947, período em que participou de Salões Nacionais que lhe renderam alguns prêmios. Fundou o Grupo dos 15, em 1947. Integrou no mesmo ano a mostra 19 Pintores, na Galeria Prestes Maia, onde conheceu Waldemar Cordeiro.
Em 1948, entrou em contato com o crítico Mário Pedrosa e com as teorias da Gestalt. Ao mesmo tempo, realizava projetos fotográficos, como a criação do laboratório de fotografia do MASP, e a exposição abstracionista Fotoformas, com a qual ganhou uma bolsa para estudar em Paris, em 1951, ano que também estudou artes gráficas informalmente na Escola Superior da Forma, em Ulm, na Alemanha, entrando em contato com as idéias de Max Bill.
De volta ao Brasil, expôs na I Bienal de São Paulo, obtendo o prêmio aquisição. Foi um dos fundadores do Grupo Ruptura, de arte concreta, com o qual se reunia para discussões desde o fim da I Bienal. Com o Grupo, realizou exposição em 1952, no MAM-SP, e assinou o Manifesto Ruptura. Ligado ao universo industrial (assina algumas obras com um logotipo), era designergráfico e de objetos. Obteve o primeiro prêmio no concurso de cartaz do IV Centenário de São Paulo, em 1952. Com Alexandre Wollner, fez os cartazes do Festival Internacional de Cinema e da Revoada Internacional, também em 1952. Em 1954 fundou, sob o modelo de uma cooperativa de trabalho, influência da Bauhas, a UNILABOR, que produzia objetos e móveis com uma nova proposta de design para o Brasil, segundo os conceitos de união entre beleza e utilidade. Em 1959 fundou a Form-Inform, dedicada à criação de marcas e logotipos, novamente com Alexandre Wollner, além de Rubem Martins e Walter Macedo. Fundou ainda outra empresa de projetos de design, a Hobjeto Móveis, com Aluísio Bione, em 1964.
Na década de 60, voltou a explorar as figurações em suas obras, sendo um dos criadores do Grupo Rex. A partir de 1977, retorna ao uso da geometria e ao conceito de objetos seriados, fazendo experiências com lâminas de fórmica sobre aglomerado.
A escola de samba Aurora Boreal fez um desfile relâmpago e ficou apenas dez minutos na avenida.
A apresentação foi simples e rápida: a escola não tinha casal de mestre-sala e porta-bandeira, nem samba enredo. Se apresentou ao som de música sem letra, com aproximadamente 60 integrantes.
A escola que carrega as cores laranja, branco e preto não empolgou com o carro alegórico sem destaque e suas três baianas às cerca de cem pessoas que enfrentam a chuva para ver o desfile.
A Aurora Boreal desfilou com o tema "Pedra dos Deus" e usou algumas fantasias do desfile do ano passado.


ARARAQUARA.COM
O desfile de meia hora da escola de samba 13 de Maio empolgou as cerca de 250 pessoas que estão na passarela do samba, no Cear, na noite deste domingo.
A escola se apresentou por meia hora, com um samba enredo fácil de gravar, cantado pela plateia e com o ânimo na medida para subir para o Grupo A.
A apresentação enfatizou os perigos de se beber e dirigir, e teve como destaques a comissão de frente vestida de sinais de trânsito, e o segundo carro alegórico, um agente de trânsito com três metros de altura.
Penúltima escola a entrar na avenida do samba em Araraquara na noite deste domingo, a Benê de Victório de Santi enfrentou um imprevisto: seu principal carro quebrou e não desfilou.
Nem por isso, no entanto, o grêmio recreativo deixou a animação de lado. A escola esteve o tempo todo afinada com o samba enredo que exaltou a mulher e suas funções sociais.
A escola fez um desfile simples, empolgado, mas para um público cada vez menor, uma vez que o frio e a chuva continuam dispersando a platéia.
O destaque do desfile ficou para a bateria coordenada por Beto Oliveira e as crianças que encerraram a apresentação.

Junto com a Mancha Araraquara, a escola briga pelo acesso ao Grupo A.
A Mancha Araraquara, terceira escola a desfilar na passarela do samba de Araraquara, nesta noite de domingo, foi também a mais bem preparada até agora.
Com o tema Bíblia, a escola presidida por Adriano Crespo abriu a apresentação com fogos de artifício e seu tradicional carro abre-alas.
No desfile que coloca a agremiação na disputa pelo acesso ao Grupo A, a Mancha Araraquara mostrou uma comissão de frente coreografada por Henrique Sanioto.
Também se destacaram as fantasias, a bateria, o outro carro alegórico - a escola anunciou quatro, mas desfilou com apenas dois - e a ala das baianas, que encerrou a apresentação com roubas em verde e vermelho.
O desfile foi prestigiado pelo prefeito Marcelo Barbieri e a primeira-dama Zi Barbieri, que sambaram bastante; o presidente da Câmara, Aluísio Braz, o Boi; a secretária municipal de Cultura, Euzânia Andrade; o presidente da Fundação de Arte e Cultura (Fundart), César Aiello.
A garoa continua caindo sobre o Cear e o público não passa de 400 pessoas.

ARARAQUARA.COM
Com apenas meia-hora de atraso em todo o protocolo dos desfiles do Grupo B de Araraquara, a Coliseu Dourado encerrou a primeira noite do Carnaval na passarela do samba por volta da meia-noite e meia desta segunda-feira.
A escola apostou nas cores e nas flores para entrar no páreo da disputa pelo acesso ao Grupo A, junto com Mancha Araraquara, Benê de Victório de Santi e 13 de Maio.
Sob apenas uma garoa fria, a Coliseu Dourado trouxe a bateria com as cores da agremiação, preto e dourado, e a ala da baianas vestida de girassol.
Destaque para as crianças que encerram a passagem da escola pelo local.
A apresentação foi vista por um público mínimo: a plateia já estava no pavilhão à espera do baile com animação do grupo Conexão SA, que segue até as quatro horas.
Na terça-feira, o desfile do Grupo A terá as escolas Estrela de Vila Santana, Jardim Indaiá, Nação Quilombola, Gaviões do Selmi Dei, Acadêmicos do Vale do Sol e Unidos da Morada do Sol.


ARARAQUARA.COM
O Carnaval de Araraquara terá a performance do grupo “Netos de Bandim”, no Trio Elétrico na Bento de Abreu, nesta segunda (7), às 18h30. “Netos de Bandim” é um grupo musical da cidade de Bissau, em Guiné-Bissau, na África, que está na cidade participando de um intercâmbio cultural. Esta é a terceira e última etapa do intercâmbio cultural, e consiste na vinda do grupo cultural Netos de Bandim para uma série de apresentações de seu consagrado espetáculo para vários municípios do Brasil, juntamente com os cursos de formação em Percussão e em Danças Guineenses e oficinas culturais.
O grupo - Criado em 2000, Netos de Bandim é um movimento sócio-cultural, de orientação conciliadora, criativa e multiétnica; uma verdadeira resposta artístico-cultural da sociedade guineense para a construção da paz e da reconstrução do país depois de violentas e dolorosas guerras civis.
Unindo as músicas e as danças tradicionais das diversas tribos e etnias que compõe o plural e conturbado país Guiné-Bissau, o grupo vem se destacando no carnaval do país e em diversos festivais no continente africano, conquistando muitos prêmios e um merecido reconhecimento.
O grupo Netos de Bandim já realizou várias ações culturais de sensibilização e mobilização social em Guiné Bissau, focalizando as suas mensagens nos seguinte temas: paz nacional, continental e mundial, a Convenção dos Direitos da Criança (CDC), a prevenção de DSTs (sobretudo a AIDS), malária e cólera. Seu público-alvo são crianças e adolescentes, oferecendo formação cultural (sobretudo danças e músicas locais), inclusão social e desenvolvimento sócio-cultural.
Formado por 90 membros (37 homens e 53 mulheres), o “Netos de Bandim” participa há alguns anos do carnaval de Guiné-Bissau, tendo sido vencedor nacional de várias edições (2006, 2007, 2008 ,2009 e 2010), além de vários prêmios em festivais internacionais no continente africano.
Nesta temporada no Brasil, o grupo se apresenta com 12 integrantes, sendo quatro percussionistas, seis bailarinos e dois produtores.

FONTE: SIM!
Se fosse uma pessoa, o Rio estaria bem representado por uma mulher de biquíni bronzeada. Um homem de terno e gravata, talvez pálido, por seu lado, faria uma boa síntese de São Paulo. É inegável que as duas cidades têm imagens distintas. Enquanto a primeira é lembrada pelas praias e pela beleza natural, a segunda está associada ao trabalho e à economia dinâmica.
Em quatro dias do ano, contudo, durante o carnaval, enquanto cantam e dançam na Marquês de Sapucaí e no Anhembi, cariocas e paulistanos parecem pensar de maneira semelhante. Pelo menos é o que apontam as letras de samba que foram levadas para a avenida durante os desfiles de carnaval deste milênio.
Levantamento feito pelo Estado com base nas letras dos carnavais desde 2000, com a ajuda do site wordle, que produz uma nuvem de tags no qual as maiores palavras são as mais repetidas, revelou enorme coincidência nas composições.
Amor, vem, vai, coração, terra, mundo, história, Brasil, hoje, liberdade, sonho, esperança, felicidade são algumas das que mais se repetem. Em mais de cem listadas, não existem palavras com sentido negativo. Raras são as que aparecem em apenas um lado. Verbos de movimento, substantivos ligados a bons sentimentos ou a desejos revelam os discursos dos foliões em um período que, hoje, muitos estudiosos buscam analisar para tentar compreender um pouco mais a alma do brasileiro.
Basta observar a lista para ver que não há limites para temas. Vai do chocolate ao Teatro Municipal, passando pela paz universal, cabelos, Chico Buarque, Renato Aragão, favela de Heliópolis e Índia, entre muitos outros. A abordagem, no entanto, tende a ter um viés semelhante, esbanjando otimismo, reverência e um certo civismo. "Existem os enredos abstratos e os temáticos. Mas não há como fugir das palavras positivas, assim como é preciso fazer refrões que empolguem a plateia e a chame para participar da festa", explica o advogado e professor de Direito Público Léo Lima, autor em 2009 do samba da X-9 sobre a Amazônia. "Era de protesto. Mas apresentamos o problema e cantamos a esperança na solução."
Um encontro pouco provável ocorreu, na tarde de hoje no Circuito Dodô (Barra-Ondina). O grupo Olodum recebeu, no bloco de mesmo nome, os adolescentes de calças coloridas do Restart. Juntas, as bandas cantaram um clássico da axé music, Nossa Gente (Avisa lá).
Um defeito no trio elétrico do bloco Armandinho, Dodô e Osmar, comandado por Armandinho e seus dois irmãos, causou um atraso de mais de uma hora no desfile do Circuito Dodô (Barra-Ondina), na noite de domingo.

O problema causou a parada do trio pouco depois do Camarote Ivete Sangalo - e propiciou um longo encontro musical entre Daniela Mercury, que vinha logo atrás, no Bloco Crocodilo, Ivete, que havia se apresentado à tarde, no Circuito Osmar (Campo Grande), e estava na varanda de seu espaço, e Armandinho, do alto do caminhão parado.

O trio cantou onze músicas, entre sucessos mais antigos, como Chão da Praça, hits clássicos da axé music, como Prefixo de Verão e Pequena Eva, uma das músicas de trabalho de Ivete neste carnaval, Acelera Aê, outros hits da cantora, como Cadê Dalila?, além de sucessos na voz de Daniela, como Nobre Vagabundo e Só Pra te Mostrar.

Daniela, que usava um vestido branco que foi sendo pintado durante o desfile por um artista plástico, ficou preocupada com os chamados foliões-pipoca - os que ficam fora das cordas dos trios -, que se espremiam entre os dois blocos parados para acompanhar o encontro. Por causa do aperto, a cantora pediu para que o ritmo das canções fosse diminuído, para evitar confusões.

No desfile de domingo, Daniela homenageou as artes plásticas. Sobre seu trio, quatro artistas plásticos, Bel Borba, Luiz Tourinho, Nelson Uchoa e Iuri Sarmento, produziam quadros enquanto a apresentação ocorria.
FONTE: AE
Apostando na fórmula que fez sua fama (criatividade, ousadia, alegorias humanas e muitas coreografias), e com mais um enredo inusitado, sobre o medo no cinema, a Unidos da Tijuca fez jus à grande expectativa que envolvia seu desfile e ouviu gritos de "bicampeã" já na apresentação da arrebatadora comissão de frente.

O mesmo grupo que no ano passado encantou a Marquês de Sapucaí com seus truques de ilusionismo, desta vez arrancou gritos durante toda sua passagem pela avenida. Vestidos de zumbis, os integrantes da comissão de frente, que começaram a ensaiar em dezembro, "perderam" a cabeça e as pernas em diferentes momentos, graças a um jogo de corpo que enganava o olhar do espectador.

Era apenas a abertura de um filme que passou primeiro na cabeça do carnavalesco Paulo Barros, hoje o mais inovador do Rio de Janeiro, ganhou aval de toda a comunidade e saiu do sambódromo confirmando o favoritismo tijucano. "Paulo Barros é gênio, e gênio, quando aparece, é assim mesmo, há resistência", dizia, na concentração, o presidente da Tijuca, Fernando Horta, mandando um recado aos puristas, críticos do estilo de Barros.

Comerciante e negociador de obras de arte, Horta injetou boa parte dos R$ 9 milhões gastos no desfile. Outra parte veio dos shows feitos pela escola depois de conquistar o título de campeã do carnaval no ano passado.

Muito compenetrado, Barros, que manteve os ensaios em sigilo e acompanhou tudo pessoalmente, dava instruções até os minutos que antecederam ao desfile. O carnavalesco, que costuma dizer que sua meta é divertir o público, conseguiu o que queria. Declaradamente fã de Joãosinho Trinta, a quem se atribui a verticalização do carnaval, com a introdução de alegorias muito altas, ele fez um desfile para quem via a avenida de cima, com carros em que a ação se passava no topo. Por exemplo, no que representava "Tubarão", o ataque do bicho não foi visto por quem assistia nos andares inferiores. "Meu desfile é para ser visto de todos os ângulos", justifica.

Outras referências cinematográficas que Barros usou foram "Harry Potter", representado por um carro muito aplaudido, em que um banquete entre os alunos de Hogwarts era realizado numa mesa suspensa, "Na Montanha dos Gorilas", com os macacões se balançando em cipós, e "Indiana Jones", com direito a uma bola gigante "correndo" atrás do personagem.

Barros tinha prometido uma escola mais solta do que em anos anteriores, mas o que se viu foram muitas alas e componentes de carros alegóricos executando coreografias, como ele gosta. Há quem diga que tantas marcações tiram a espontaneidade do carnaval. Há quem critique também suas inovações, dizendo que o que ele vem fazendo é bonito, é criativo, mas não é escola de samba.

O samba empolgou, a bateria de Mestre Casagrande foi bem e o fechamento com Zé do Caixão deu o tom do enredo que "faz piada da morte", nas palavras de Barros. No entanto, a Tijuca foi prejudicada pelo som, que falhou várias vezes, e por problemas no seu abre-alas, que emperrou a dispersão. A gigantesca alegoria teria custado, sozinha, R$ 2 milhões, por conta de seus efeitos de luz. Nada pareceu, entretanto, prejudicar a escola, que hoje figura entre as maiores do Rio. Aos 80 anos, a agremiação nunca teve uma torcida grande. Agora, há quem venha ao sambódromo só para vê-la.

FONTE: AE
Com muito luxo, e pouca inovação, a Vila Isabel fez um desfile correto para tratar do difícil tema do enredo: cabelos. E eles apareceram em profusão, em 3,8 mil perucas nas cabeças dos componentes. Gisele Bündchen, garota propaganda da marca de xampu que patrocinou a escola, encerrou a apresentação, interpretando a Vênus Romana. Usava um microvestido que teimava em subir - e ela em puxá-lo para baixo.

A Vila desfilou repleta de beldades, com Sabrina Sato à frente da bateria, Tathiana Pagung, ex-rainha de bateria da Mocidade, Quitéria Chagas, ex-Império Serrano, e as atrizes Bárbara Borges e Júlia Almeida. "Desfilei em São Paulo ontem (domingo) de manhã. Dormi só quatro horas. Mas o que tem de estar preparado é o coração. E eu já estou animada", afirmou Sabrina, que desfilou como rainha medieval. A paulista interagiu o tempo todo com a bateria, sambou entre os ritmistas e foi erguida por eles. Mestre Átila também fez muitas paradinhas durante a apresentação.

Os cabelos do enredo patrocinado apareceram emaranhados na cabeça de Shiva, trançados, como na cabeça dos nativos do povo hopi, do Arizona, crespos nas bruxas, louros e longos numa Rapunzel mirim, que abriu o desfile. Janaína Guerra, que interpretou Lady Godiva, falou sobre a difícil preparação para receber tantas madeixas. "Um mês atrás, recebi um aplique de 350 gramas de cabelo. Levou cinco horas. Hoje, recebi mais 400 gramas. Fiquei mais quatro horas. Mas vale a pena. Ficou perfeito", contou.

Antes da apresentação da escola, a cantora Mart'nália torcia por muita chuva. "É para igualar as chances. A Portela, a União da Ilha e a Grande Rio se deram mal por causa do fogo. É um campeonato sem competidores. Um temporal pelo menos iria zerar a disputa". No lugar da tempestade, veio uma chuva fina, que não tirou o brilho do primeiro desfile da carnavalesca Rosa Magalhães à frente da Vila.

FONTE: AE
A Portela deixou à mostra marcas do incêndio no seu barracão, em fevereiro. Algumas alegorias estavam incompletas ou mal acabadas. Mesmo assim, a tradicional escola do subúrbio carioca, a terceira a desfilar no sambódromo neste domingo, empolgou em alguns momentos. Destaque para a bateria, com coreografia e paradinha muito bem ensaiadas. A ala mirim de passistas arrancou aplausos entusiasmados da plateia. Ronaldinho Gaúcho, à frente da escola, ditava o ritmo do desfile em companhia de Paulinho da Viola.

A festa, no entanto, foi prejudicada pela ação dos seguranças que faziam um cordão de isolamento em torno do craque do Flamengo.

Nada que ofuscasse o clima de comoção que teve início já na concentração. Luma de Oliveira, rainha de bateria em 2009, colocou um microvestido azul para desejar boa sorte aos ritmistas da escola do bairro de Madureira. Por causa do acidente no barracão, o desfile da Azul e Branco não contará pontos.

Essa foi a grande arma da escola, que vive um jejum de 26 anos de título. Paulinho da Viola , muito feliz, disse que estava pronto para emocionar a plateia. "Viemos fazer um desfile para encantar quem veio nos ver. Depois do que aconteceu eu não me sentiria bem se não desfilasse ao lado dos portelenses."

Com o samba-enredo Rio, Azul da cor do Mar, a escola foi a primeira a arrancar aplausos e gritos da arquibancada. A ala de passistas, formada por crianças e adolescentes, à frente da bateria, evoluiu com maestria. A madrinha da bateria, Sheron Menezes, carregada nos ombros pelos ritmistas mostrou que tem tudo para continuar no posto.
Postagens mais antigas

Redes Sociais

  • Twitter
  • Facebook
  • Pinterest
  • Google Plus
  • Instagram
  • Soundcloud
  • Flickr
  • YouTube

As mais lidas

Médicos preparam Chico Anysio para retirada de respirador

ANTT recebe terceiro pedido de adiamento do leilão do trem-bala

Carnaval 2011: Olodum recebe Restart em Salvador

O fim do Cine Coral

Caminhão tomba na vicinal Nelson Barbieri

Arrecadação com iluminação pública tem sobra de R$ 1,4 milhão

Abaixo-assinado pede mudanças em cruzamento

Maioria dos índices de violência cresceu este ano em Araraquara

Prefeitura faz compra direta para sanar problema de falta de medicamentos

HC de Ribeirão Preto inaugura banco de tecidos

Seguidores

Facebook

(C) Araraquara Hoje 2014 - Araraquara-SP

comments powered by Disqus
  • Início
  • EMPREGOS
  • FACEBOOK